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Gostem ou não, Temer arrumou a casa, aprovou reformas difíceis e despertou a inveja de todos seus antecessores



O presidente Michel Temer conseguiu em apenas um ano aprovar projetos importantes para o país que haviam sido negligenciados pelos últimos 6 últimos presidentes ao longo dos últimos 30. As medidas essenciais para a modernização do país e as mudança nos rumos da economia eram necessárias desde os tempos de Sarney, passando por Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma. Praticamente todos se comprometeram a avançar nas reformas estruturais no país, mas nenhum deles conseguiu em trinta anos o que Temer fez em pouco mais de dez meses.

O governo acelerou a emissão de títulos de domínio das propriedades num ritmo maior que o de todos seus antecessores.  Até o momento, o governo já conseguiu entregar metade dos 753.933 títulos previstos até 2018 e limitou dramaticamente o poder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Não é por acaso que Lula, Dilma e os simpatizantes da esquerda acusam Temer de ter promovido um verdadeiro desmonte em tudo que levaram mais de 13 anos para construir.

Nesta quinta-feira (13), Temer deu mais um importante passo na modernização das relações de trabalho no país e sepultou definitivamente o famigerado imposto sindical obrigatório. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente sancionou o projeto de lei da reforma trabalhista, proposta do governo que altera a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) em mais de cem pontos. O governo Temer entra para a história por ter colocado um fim no anacronismo da CLT, que já não se adequava mais ao mundo contemporâneo. Para 10 em cada 10 analista de Recursos Humanos do mercado, a reforma trabalhista é o caminho mais curto para diminuir a informalidade no país, condição atual de cerca 45 milhões de trabalhadores.

Para  ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a aprovação da reforma é "um marco" nas relações de trabalho. "A economia, a tecnologia e a política estão mudando e evoluindo constantemente. A legislação trabalhista tem que representar esses fatos, tem que regular as relações trabalhistas dentro da nova realidade", disse.

Temer mexeu com interesses poderosos e colocou um fim na farra com os recursos públicos da Lei Rouanet, que apenas durante os governos petistas consumiu mais de R$ 15 bilhões do dinheiro suado do contribuinte.

A PEC do Teto de Gastos colocou fim na irresponsabilidade dos governantes, trazendo mais confiança para os investidores estrangeiros, promoveu a reforma do ensino médio, desencadeou uma pequena revolução nas concessões e privatizações por meio de medida provisória e aprovou importantes parcerias e investimentos e agora avança para a reforma da previdência.

Além de colocar um fim definitivo na exploração do trabalhador, que era obrigado a sustentar mais de 17 mil sindicatos com um dia de seu trabalho ao ano, o governo Temer cortou as pernas de movimentos sindicais que sempre atuaram como braço políticos dos partidos de esquerda.

É fato que todos os ex-presidentes do Brasil invejam a ousadia e competência de Temer em promover mudanças prometidas há décadas ao povo. Apesar de sua baixíssima popularidade, Temer assumiu o comando do governo durante a maior recessão da história do país, controlou a inflação e recolocou o Brasil nos trilhos num momento em que ninguém se propôs a governar o país. Apesar dos meros discursos, todos os políticos deram evitaram levar adiante as propostas de convocar eleições diretas naqueles dias mais tensos.

Gostem ou não, Temer fez pelo Brasil o que nenhum de seus antecessores conseguiu. Muitos tentam culpá-lo por ter se associado a políticos investigados, mas ignoram que ele tinha que ser pragmático e lidar com o que tinha disponível. A única outra opção seria convocar eleições gerais naquele momento para ter a sua disposição um Congresso "limpinho". Como isso não foi possível, Temer tocou o barco do jeito que pôde e, bem ou mal, gostem ou não, salvou a Petrobras no momento mais difícil da história da estatal, atraiu investimento, conseguiu aprovar projetos polêmicos, mas importantes para o futuro do país.

Corrupto ou não, culpado ou não, Temer fez praticamente tudo que seus antecessores não conseguiram fazer, mas que estão loucos para assumir o país agora que a casa está praticamente arrumada. Há um consenso entre os economistas de que Temer assumiu o governo num momento de difícil reversão do quadro recessivo. O que mais surpreende analistas econômicos é o fato de Temer ter apostado no desafio de vencer a recessão sem aumentar impostos e sacrificar o contribuinte, solução indicada até com insistência por sua equipe econômica.

Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, defende que a situação é bem melhor agora do que era um ano antes. “É importante lembrar que há um ano, a discussão no mercado era sobre o risco de uma espiral inflacionária e risco de calote. O mercado chegou a precificar inflação de dois dígitos até 2018, dólar a R$ 6”, lembra. Apesar da baixa popularidade, ela diz que o governo atual está promovendo uma reestruturação importante e, principalmente, correta da economia.

Samuel Pessôa, professor da FGV, concorda. “A economia está dentro do que se poderia imaginar há um ano", afirma. A lenta recuperação já estava no cenário. "Diferentemente das outras crises do passado, o setor real da economia está muito machucado, o que explica porque a retomada é mais lenta".

Há quem acredite que o grande mérito do governo Temer até hoje foi promover reformas econômicas, como aponta o economista Fabio Giambiagi. “O grande acerto [de Temer] foi ter a sacada de que a grande chance de sobrevivência dele era se apresentar como um governo reformista", afirma. "Muita gente, inclusive eu, achava que as limitações políticas fariam com que fosse um governo tímido em matéria de reformas”.

Para Samuel Pessôa, professor da FGV, o governo foi hábil em fazer ajustes importantes na economia brasileira. “O desempenho parlamentar do governo Temer é impressionante: ele conseguiu aprovar a PEC do teto, reformular a inserção do BNDES, reviu a política do conteúdo nacional, retirou a exigência de que a Petrobras fosse a operadora única no pré-sal", cita. "Conseguir arrumar tanta coisa em um ano é impressionante”.

Para completar, Temer ainda resistiu à uma das mais vergonhosas tentativas de golpe da história do país, promovida pela Rede Globo em conluio com setores do judiciário e os criminosos da JBS, que causou caos no mercado e interferiu negativamente nos indicadores econômicos durante meses. Pelo menos até o momento, o presidente tem sido uma grata surpresa para poucos brasileiros. Quem sabe no futuro, mais pessoas reconheçam seus feitos neste primeiro ano histórico de governo. Mesmo que Temer seja incriminado e preso no futuro, nada vai mudar o que fez em tão pouco tempo. Foi o único capaz de puxar o tapete dos bolivarianos do PT e livrou o país se transformar numa Venezuela, um de seus maiores feitos. 
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