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Globo intimida Sérgio Moro sobre condenação de Lula ao promover massacre implacável contra o governo



A campanha maciça da Rede Globo contra o governo Temer pode não ter apenas o propósito de derrubar o governo. Por trás desta inciativa que contraria todos os princípios do jornalismo e do direito, se esconde uma arrogante demonstração de força e da pretensa capacidade de fazer prevalecer seus caprichos.

Sérgio Moro é apenas um juiz de primeira instância, um servidor sério, dedicado e chefe de família. A vida do magistrado passou por uma série de transtornos com os ataques promovidos pelos blogs de esquerda que atuam de forma irascível na defesa de Lula e dos corruptos do PT. Mas nada se compara a uma guerra declarada pela Rede Globo e seus satélites, como a que foi deflagrada contra o governo Temer. Além de fornecer munição para a oposição em uma semana decisiva para a condenação de Lula, o recado implícito neste episódio é o de que a emissora tem realmente o poder de transformar a vida de qualquer pessoa num verdadeiro inferno.

Não é novidade que a Globo sempre negligenciou o trabalho do juiz Sérgio Moro, mesmo sendo ele uma das autoridades com maior destaque no país nos últimos três anos e que tem o maior apreço por parte da sociedade. Mesmo diante destes fatos, a Globo jamais deu a devida cobertura para as manifestações públicas do magistrado, incluindo sua participação em fóruns importantes no Brasil e no exterior.

O silêncio repentino da Globo com relação a Lula e demais membros do PT nos últimos dias, comparado ao estardalhaço prematuro contra Temer, antes mesmo da conclusão de qualquer fato, é um sinal bastante claro de que algo passou a incomodar a direção da emissora nos últimos meses. Não é remota a possibilidade de que a artistas da emissora que se manifestam publicamente contra Moro, Temer e a favor da esquerda seja um comportamento meramente direcionado em conformidade com as orientações da empresa. A emissora sempre recorreu a métodos obscuros para manipular a formação de opinião.

A ida do vice-presidente da empresa João Roberto Marinho ao Instituto Lula também é um claro indicador da preferência do Grupo pela manutenção da esquerda no poder. Segundo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, João Roberto Marinho foi pessoalmente ao quartel da organização criminosa implorar para que Lula fosse candidato no lugar de Dilma em 2014. Haddad confessou que ficou surpreso ao se deparar com o Big Boss da Globo no Instituto Lula.

Nos episódios recentes em que a Frente Brasil Popular liderada pelo chefe do MTST, Guilherme Boulos e controlada pelo PT, promoveu um espetáculo de vandalismo na Esplanada dos Ministérios em Brasília, a Globo, que precipitou o ato com o vazamento de informações falsas sobre a delação de Joesley Batista, se referiu aos terroristas profissionais como "manifestantes" que "protestavam" contra o governo Temer.

É notório que a Globo tem rabo preso com Lula e o PT. Informações sobre a obtenção de recursos do BNDES, perdão de dívidas bilionárias e outros benefícios financeiros escandalosos obtidos pela emissora durante os governos petistas são públicas. No cenário atual, a Lava Jato representa uma ameça ao império global. O ministro Antonio Palocci incluiu um anexo sobre a Globo em suas tratativas visando um acordo de delação premiada.

A Globo certamente conta com a conivência do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para barrar o tal anexo comprometedor. Afinal, Janot já salvou os açougueiros da Friboi, um dos maiores patrocinadores da Globo, que abriu seus canais para que Janot tentasse justificar o vergonhoso acordo com os criminosos confessos da JBS. O temor da emissora quanto a permanência de Temer no poder, a chegada da nova PGR, Raquel Dodge e a sintonia com a disposição de Moro em levar revelar os verdadeiros golpistas do país é uma hipótese perfeitamente razoável, tendo em vista todos os fatos recentes.

A demonstração de seu poderio de destruir reputações e derrubar governos é uma clara tentativa de intimidação. A Globo, através de sua campanha mais vergonhosa para interferir nos destinos do país, representa uma ameaça não apenas contra os políticos que pensam em discordar das diretrizes da emissora, mas também uma clara manobra de intimidação da Lava Jato. Começam a surgir na emissora manifestações sobre a responsabilidade de Moro e da Lava Jato no desemprego no país. Basicamente a mesma narrativa do ex-presidente Lula e dos blogs petistas.

Sérgio Moro, homem humilde de hábitos simples, é um símbolo de determinação no combate a corrupção. Considerado um dos maiores especialistas em crimes de lavagem de dinheiro, Moro é referência para autoridades em todo o mundo. Professor de direito processual penal da UFPR, se aperfeiçoou seus conhecimentos no programa de instrução de advogados da Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

O magistrado tem ainda uma longa carreira pela frente e a possibilidade de ter sua vida devastada por interesses obscuros de meios de comunicação é uma perspectiva realmente intimidadora, sobretudo para um chefe de família. Apesar da notoriedade, Moro leva uma vida pacata e não seria nada agradável conviver com constantes ameaças e hostilidades por parte de pessoas manipuladas por meios de comunicação sobre seu papel importante na luta pela corrupção no país. 
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