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Globo e JBS estão querendo ganhar no grito para salvar acordo de delação furado de Janot. Não vai ter jeito



A cada dia que se passa sem que nada aconteça, aumenta o desespero da Rede Globo, dos criminosos da JBS e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em relação ao fracasso cada vez mais provável da empreitada de derrubar o governo. Na medida que o tempo passa, fica cada vez mais ridícula a situação da tríade, de seus satélites e dos agentes de retaguarda diante do fracasso de suas ambições inconfessáveis.

O dia seguinte ao golpe ainda nem chegou, mas as perspectivas de que o acordo de delação premiadíssima seja anulado em breve está tirando o sono de muita gente que não tem mais como recuar e impedir que suas reputações afundem cada vez mais na lata do lixo.  Sem seu maior trunfo, o controverso acordo de delação, os conspiradores ficam com as mãos vazias e caras de bobos diante do país. A simples permanência de Temer no governo já impõe humilhações diárias para essa gente.

Inconsoláveis, se apegam a esperança de que algo de novo aconteça para que possam revigorar suas apostas furadas na queda do governo, mas tudo que lhes restou foram as intriguinhas de bastidores, fofoquinhas sobre a agenda do presidente e previsões cada vez mais ridículas sobre o futuro de Temer.

No auge do desespero, o empresário Joesley Batista foi despachado em segredo para Nova York para ver se consegue alguma coisa para salvar o acordo de delação. Joesley foi pegar pessoalmente extratos de contas J.P. Morgan atribuídas por ele próprio aos ex-presidentes Lula e Dilma. As contas estavam em nome de offshores controladas por ele mesmo, de onde repatriou dinheiro para comprar um apartamento, barco e até para bancar seu casamento.  O dono da JBS repatriou o dinheiro das contas atribuídas aos ex-presidentes petistas em 2016 e pagou mais de R$ 20 milhões de Imposto de Renda.

Além de não entregar provas consistentes contra seus cúmplices no assalto aos cofres do BNDES, Joesley tenta embutir no acordo elementos para dissimular seus próprios crimes. Esta semana, a JBS anunciou a entrega de farta documentação na PGR, mas fontes do órgão asseguram que não há absolutamente nada de novo ou com potencial incriminatório contra praticamente nenhum dos delatados.

As "provas" entregues pela JBS esta semana não trazem nenhuma novidade. São apenas documentos que comprovam repasses referentes a doações legais do Grupo a políticos e partidos. A parte que cita repasses de propinas não é consistente e não vem acompanhada de outros elementos para corroborar as denúncias feitas pelos açougueiros em troca de uma belíssimo acordo de delação premiada.

Após fracassar na tentativa de derrubar um presidente provisório e impopular, a ressaca promete ser devastadora. Ao que tudo indica, a sucessora de Janot na PGR, Raquel Dodge, deve cancelar o acordo de delação da JBS e anular todos os benefícios concedidos por seu antecessor aos açougueiros de Goiás. Neste cenário, a reputação de Janot, de Joesley e da Globo vão perfazer uma trajetória inversa à de Temer, que sai fortalecido do episódio.

Quanto mais altas são as apostas, maior o tombo. Setembro está ai.


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