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Fachin e Janot cada vez mais acuados, após tretas do acordo com criminosos da JBS. População do país indignada



O acordo de delação firmado entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot com os criminoso confessos do Grupo JBS-Friboi pode estar com os dias contados, tamanha a indignação da população. Esta semana, manifestantes realizaram um protesto em frente à casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, em Curitiba. Fachin é o relator da Lava Jato no Supremo e homologou o acordo criminoso que concedeu perdão total aos irmãos Batista por seus mais de 240 crimes confessos.

Os manifestantes se dividiram em dois grupos. O primeiro vestiu togas pretas e máscaras dos onze ministros do STF, do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e de políticos investigados na Lava Jato, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

O segundo grupo usava máscaras de palhaços para representar a população brasileira, segundo os organizadores. Durante a encenação, os ministros e os políticos abriram uma garrafa de champanhe e brindaram em frente aos representantes da sociedade. “É para simbolizar a festa dos poderosos em cima da população”, explicou uma manifestante, que estava com a máscara da ex-presidente Dilma.

O país está realmente indignado com o papel do STF na proteção de bandidos notórios. No local da manifestação, havia  fotos dos mesmos ministros e políticos espalhadas ao lado de vários cocôs de plástico. Os mesmos cocôs foram arremessados na direção da população ao final da encenação. Bandeiras do Brasil e cartazes de apoio à Lava Jato e com críticas ao STF foram espalhados na fachada do prédio de Fachin. As mensagens mais comuns eram: “a Lava Jato prende e o STF solta”, “gratidão eterna à Lava Jato”, e “a Lava Jato é o maior patrimônio do Brasil”.

Algumas velas foram colocadas em árvores “para iluminar o pensamento das nossas autoridades”, explicaram os organizadores. O grupo também gritou palavras de ordem, como “justiça já”, “viva Sergio Moro”, “Fachin petista” e “lugar de ladrão é na cadeia”. Apesar de toda indignação, a manifestação foi pacífica. A Polícia não registrou nenhum incidente.

A expectativa da sociedade é a de que a nova Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, cancele os benefícios concedidos aos criminosos da JBS. Esta seria a única forma de atenuar o sentimento de impunidade que revolta a população neste caso. O Brasil quer Joesley na cadeia.
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