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Fachin é homem justo. Livrou Joesley Batista que roubou bilhões do BNDES e manteve presa mulher que furtou chiclete



O ministro do Supremo  Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, é considerado um homem justo entre seus colegas petistas. Há poucos dias, o ministro negou um pedido de liberdade de uma mulher de 39 anos, presa em flagrante em 2011 por ter tentado furtar desodorantes e cinco frascos de chicletes, que custariam hoje R$ 42.

Segundo Fachin, a tese da insignificância penal, em virtude da inexpressividade do valor dos bens que se tentou furtar e que foi restituído ao estabelecimento – sustentada pela Defensoria Pública -, não poderia ser aplicada devido ao fato de a mulher ser reincidente nesse tipo de crime.

Poucos dias depois, Fachin homologo a delação premiadíssima dos criminosos confessos JBS=Friboi. Segundo depoimentos do próprio Joesley Batista, ele vinha corrompendo servidores, políticos e empresários há mais de dez anos. Joesley confessou que sem a corrupção de Lula e Dilma, a quem pagou milhões em propina, jamais teria tudo acesso aos bilhões do dinheiro do contribuinte no BNDES.

Apesar da "expressividade" dos valores e do fato dos criminosos terem reincidido cerca de 245 vezes nos mesmos crimes, conforme confissões dos irmãos Batista, Fachin concordou e conceder o perdão eterno por seus crimes. Eterno significa para todo o sempre, onde os irmãos Batista jamais poderão ser processados em lugar algum do Brasil pelos crimes que cometeram.

Ao manter a mulher de 39 anos na prisão, mesmo levando em conta que ela já está presa há seis anos, Fachin observou que “A conduta em si mesma, delito tentado de pequeno valor, se reveste de insignificância, mas o contexto revela que a acusada, no caso, é pessoa que está habituada ao crime”.

Fachim teve acesso ao depoimento de Joesely Batista ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No vídeo que todos os brasileiros assistiram chocados, Joesley narrou centenas de crimes que cometeu envolvendo bilhões do dinheiro do contribuinte, admitiu que o pequeno frigorífico Friboi não teria se tornado a gigante JBS sem o dinheiro roubado do povo com a ajuda de Lula e Dilma.

Apesar de toda roubalheira dos açougueiros de Goiás, Fachin concordou em conceder-lhes perdão pelos crimes e salvo conduto para irem morar nos Estados Unidos, para desfrutar da fortuna que acumularam roubando os brasileiros. A diferença no julgamento de Fachin nos dois casos é que foram os amigos da JBS que o ajudaram a conseguir sua vaga de ministro do Supremo e assim poder julgar casos dos patrões, de acordo com a própria conveniência.

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