\imprensa Viva
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Está provado que o STF abandonou o povo e foi contaminado pela cultura da corrupção imposta pelo PT na última década



Além de ter se tornado vítima do maior assalto aos cofres públicos de toda a história, o povo brasileiro também se tornou órfão de instituições sérias após a devastadora passagem dos corruptos do PT pelo governo do Brasil. Os socialistas das elites e a "piedade" com o povo sofrido.

Não adianta alegar que foi o povo que elegeu Lula e Dilma. Foram as instituições do pais, os meios de comunicação, a classe política e as leis que protegem corruptos que permitiram, e continuam permitindo, que bandidos profissionais atuem no ramo de iludir o povo através de partidos constituídos com o único propósito de tomar o poder a qualquer custo. Foram as instituições do país que permitiram que bandidos desprovidos de qualquer caráter postulassem os mais altos cargos da nação. Foram as instituições do país que negligenciaram o uso de inteligência para identificar organizações criminosas que se valem de recursos ilícitos para chegar ao poder. O povo é na verdade refém deste sistema viciado que permite que a putaria se perpetue no país.

O cinismo chegou a tal ponto, que esta semana, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, reconheceu que "Nós (os juízes) temos uma incapacidade ainda de comunicação com a sociedade".

Mas no lugar de propor uma reflexão sobre os desmandos da classe política, dos empresários corruptos que assaltam os cofres públicos e dilaceram o futuro de crianças inocentes, prematuramente condenadas à morte, a pobreza, a prostituição e as drogas, a excelentíssima presidente do STF se manifestou contra os anseios da sociedade e em defesa da manutenção da deterioração irreversível do modelo atual.

Para Cármen Lúcia, defensora obsoleta do corporativismo secular que destrói o pais, a Lei que protege criminosos é sagrada. "Ninguém vai decidir segundo o que o povo quer. O papel do Supremo é ser a força contramajoritária porque direito é razão na relação da pólis. Relação, portanto, político-social. A emoção popular não pode dominar sobre o direito", defendeu a ministra, que justificou a tomada de decisões controversas alegando que "O direito é essa muralha que faz com que mesmo na hora da raiva, você acate a lei".

A falta de capacidade de repensar o Brasil é fruto de uma preguiça doentia, de uma comodidade covarde daqueles que não são afetados pelas mazelas do país, daqueles que convivem entre membros da elite, daqueles contaminados por ideologias retrógradas e protecionistas de velhos privilégios.

Sob a tutela destes maestros dos destinos do povo, o Brasil se tornou o império do crime pela impunidade e inversão de valores. Os criminosos, cínicos, cometem seus crimes de acordo com as cartilhas que ensinam a contornar as consequências das leis estabelecidas que a presidente do Supremo se refere como uma muralha intransponível. Pelo menos até o momento em que o cidadão ficar de saco cheio e incendiar as instituições que se tornaram fortalezas para defender os interesses dos criminosos.

Há poucos meses, o ministro do STF, Edson Fachin, negou um pedido de liberdade para uma mulher de 39 anos, presa há seis anos por furtar um desodorante e alguns chicletes no valor atualizado de R$ 42. Dias depois, o mesmo ministro homologou um vergonhoso acordo de delação do criminoso Joesley Batista, que confessou perante as autoridades mais de 240 crimes envolvendo desvios de bilhões dos cofres públicos. É esta lei que a presidente do Supremo defende. É com este tipo de colegas que ela convive e respira o mesmo ar. Logo, não é surpreendente que a presidente do Supremo venha a público reconhecer que sua classe padece da "incapacidade ainda de comunicação com a sociedade"




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