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Era assim que o PT ganhava eleição: 1 milhão de petistas recebiam R$ 2,6 bilhões do Bolsa Família para defender o PT



Lula e Dilma defendiam o Bolsa Família com unhas e dentes não por causa dos pobres, mas sim para garantir mais de um milhão de militantes e cabos eleitorais pagos com dinheiro do contribuinte. 


Apesar de ter sido eleito na mesma chapa que elegeu a ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente Michel Temer comprovou que não concordava com muitas políticas criminosas implantadas pelo PT ao longo de mais de 13 anos no comando do país. Logo que assumiu, Temer deu início a uma campanha sistemática para desmontar os esquemas criminosos mantidos pelos governos petistas na administração pública.

Temer foi tão implacável que o ex-presidente Lula chegou a chorar, se queixando do verdeiro desmonte de tudo que ele e Dilma fizeram em seus mandatos. Temer demitiu mais de 20 ocupantes de cargos comissionados. Apenas com esta medida, o presidente provocou uma queda de mais de 15% na arrecadação de contribuições do PT. Temer também colocou um fim na farra dos artistas petistas que se tornaram milionários durante os governos de Lula e Dilma através da famigerada Lei Rouanet. Em treze anos no governo, o PT distribuiu mais de R$ 15 bilhões do dinheiro do contribuinte para artistas como Chico Buarque, Letícia Sabatella, Carlinhos Brown e o pessoal do grupo Porta dos Fundos.

O governo Temer prosseguiu com o desmonte da máquina petista e acabou com as indicações políticas para cargos em diretorias de estatais como a Petrobras, Banco do Brasil e BNDES. O governo cortou os repasses milionários para movimentos sociais e sindicatos controlados pelo PT, como o MST, UNE, CUT e MTST. Há poucos dias, o governo deu mais um tiro de misericórdia nos aparelhos do PT, aprovando o fim do imposto sindical obrigatório. Mais de 17 mil sindicatos e 300 mil sindicalistas que viviam as custas do dinheiro do trabalhador para defender o PT terão agora que encontrar outro sustento.

Na esteira do desmonte, Temer determinou um verdadeiro pente fino nos programas sociais e encontrou dezenas de milhares de irregularidades no programa Minha Casa, Minha Vida. Mas um dos golpes mais dramáticos na máquina de corrupção petista foi desferido contra o esquema montado pelo PT no programa Bolsa Família.

O levantamento feito pelo governo confirmou que pelo menos 2,6 bilhões de reais do total da verba reservada ao Bolsa Família foram parar no bolso de gente ligada ao Partido dos Trabalhadores.

O pente fino determinado por Temer  vasculhou dados no antigo Ministério do Desenvolvimento Social, com informações de órgãos como Receita Federal, Tribunais de Contas e Tribunal Superior Eleitoral.  O exame feito em cooperação com todos estes órgãos federais detectou mais de 1 milhão de casos de fraude em todos os estados brasileiros.

Entre os mais de 1 milhão de casos identificados, mas da metade era funcionários públicos distribuídos em milhares de prefeituras petistas e de partidos da base aliada dos antigos governos do PT. Era assim que Lula e Dilma ganhavam eleições.  Tinham 585 000 funcionários públicos que atuavam como cabos eleitorais e se beneficiavam irregularmente dos recursos do Bolsa Família. Todos beneficiários ilegais. Em absolutamente todos os casos, os contemplados ganhavam acima do rendimento previsto para se enquadrar no programa e, segundo apurou o estudo, pertenciam a famílias com renda per capita acima da média, situação que os impediria de receber o benefício.


Mas o dinheiro não servia apenas para financiar militantes e cabos eleitorais às custas do contribuinte. Muitos devolviam o dinheiro recebido de forma ilegal ao partido. Os doadores de campanha ocupam lugar de destaque no ranking das categorias de fraudadores identificadas no estudo. O Ministério Público encontrou 90 000 beneficiários do programa que, em 2014, doaram a políticos ou ao PT valores iguais aos recebiam durante todo o ano do programa. É isso mesmo que você leu: 90 000 beneficiários ilegais recebendo dinheiro do Bolsa Família e devolvendo ao partido.

O Bolsa Família não era apenas um programa de fidelização de votos, mas também sustentava militantes e financiava campanhas do PT. Após o fim da mamata, o partido ficou sem 1 milhão de cabos eleitorais pagos com dinheiro dos cofres públicos e não conseguiu eleger mais prefeitos nas principais cidades do nordeste. Entre as 26 capitais nas últimas eleições municipais, o PT venceu apenas em Rio Branco, no Acre.

 Temer mexeu com muitos interesses poderosos e é por este motivo que muitos agora querem a volta de Lula.

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