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Em plena Lava Jato, Lula e Dilma indicaram um ladrão para Presidência da Petrobras. Isso é PT



A ex-presidente Dilma Rousseff demonstrou não ter qualquer apreço pela Petrobras quando nomeou o ex-presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, para comandar a estatal. Sob o argumento de que o novo presidente tinha a função de combater a corrupção na Petrobras, Dilma colocou mais um rato na já debilitada companhia. Isso com a Lava Jato funcionando a todo vapor.

O fato é que todos no PT contavam com a habilidade de Aldemir Bendine de apagar incêndios e fazer mal-feitos sem deixar rastro. Foi assim no Banco do Brasil. Uma de suas primeiras missões na Petrobras foi a de mandar destruir as gravações de todas as reuniões da diretoria da empresa sobre a compra da refinaria de Pasadena. Dilma participou das reuniões e passou a ser investigada no esquema de corrupção envolvendo a compra da refinaria nos Estados Unidos que deixou um rombo de mais de U$ 1 bilhão na Petrobras.

Preso na última semana na Lava Jato, Bendine pode agora se tornar o foco de uma nova frente de investigação, tamanho seu grau de intimidade com os governos petistas e tantas são suas ligações no meio empresarial, em especial com o delator Joesley Batista.

Bendine foi preso com base na delação da Odebrecht, apontado por ter recebido R$ 3 milhões em propinas de um operador da empreiteira. Os procuradores afirmam que o dinheiro foi exigido em 6 de fevereiro de 2015, às vésperas de sua nomeação para a Petrobras, para que atuasse na nova posição em defesa dos interesses da Odebrecht. Na ocasião, Marcelo Odebrecht ainda não havia sido preso.

Bendine também é acusado de, em 2014, ter exigido R$ 17 milhões para determinar a rolagem uma dívida da Odebrecht Agro com o BB. Em sua delação, Marcelo Odebrecht afirmou não ter atendido ao pedido na época. Só em 2015, diante da nova investida, diz que cedeu e ordenou o pagamento, identificado nas planilhas da Odebrecht como Cobra.

Mas pelo visto, uma outra cobra também vai ter problemas com um eventual acordo de delação de Bendine. A ex-presidente Dilma Rousseff pode se tornar alvo de novas frentes de investigações, tendo em vista que Bendine dificilmente conseguirá um acordo com base em informações que já são de domínio dos procuradores na Lava Jato. Para conseguir qualquer benefício de redução de pena, terá que acrescentar algumas novidades em seus relatos.

É provável que Bendine tente comprometer primeiro o ex-presidente Lula, que já está totalmente encalacrado na Lava Jato, Mas mesmo neste caso, o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil terá que revelar fatos novos sobre o líder petista. Bendine costumava visitar o Instituto Lula toda sexta-feira.

As ligações entre Bendine e Joesley, entre Bendine e Mantega, entre Bendine e Dilma, entre Bendine e Lula, entre Bendine e o PT são um prato suculento para o juiz Sérgio Moro. Uma eventual delação dele poderá desatar os torniquetes de quem se preparava para estancar a sangria da Lava Jato.
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