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Em 2015, Janot alegou não ter competência para investigar crimes de Dilma, citada em petição contra Antonio Palocci



No ano de 2015, quando a ex-presidente Dilma Rousseff foi envolvida em esquemas de corrupção na Petrobras, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot alegou não ter competência para investigar a presidente e deixou o nome da petista de fora nas denúncias encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Jano simplesmente ignorou qualquer menção ao nome de Dilma.

Dilma foi citada na mesma petição em que Janot menciona o ex-ministro Antonio Palocci no processo sobre o escândalo de corrupção na Petrobras. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator do caso investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, mencionou em depoimento que teria sido solicitado dinheiro para a campanha presidencial de Dilma, sem mencionar qual delas.

Na esteira dos escândalos envolvendo a petista, que culminaram em seu impeachment, Janot permaneceu fiel e em momentos decisivos, o blindador-geral atuou em favor do “Fica Dilma”. Abaixo a leitura da citação do nome de Dilma na investigação no âmbito da Lava Jato:

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