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Criminalidade não teria prosperado tanto no Brasil, sobretudo no Rio, não fosse a conivência da Globo e das esquerdas



A cultura da criminalidade está presente em praticamente todos as obras artísticas na música, na dramaturgia e na ostensiva cobertura jornalística sobre a violência policial. A Rede Globo e a esquerda brasileira sempre foram grandes pregadores e patrocinadores destes valores que serviram de estímulo para que milhões de jovens ingressassem no mundo do crime.

A ostentação de armas por criminosos nos altos dos morros simboliza a contestação ao Estado de Direito disseminada ao longo de décadas por representantes da Globo e dos partidos de esquerda do Brasil. Esta cultura mascarada que enaltece o bandido em detrimento das forças policiais "opressoras" teve início ainda nos tempos da ditadura, quando artistas, jornalistas, ativistas de esquerda, cineastas e diretores da Globo realçavam o glamour de subversivos e bandidos com a mesma intensidade.

Quem vive no Rio desde os anos de chumbo conhece muito bem a história. A Polícia Militar ou o exército não costumavam importunar trabalhadores, homossexuais, hippies, estudantes e camelôs. Já os usuários de drogas e ativistas revolucionários empenhados em  fazer ruir a estrutura do Estado, destruir conceitos, quebrar paradigmas visando à transformação ou derrubada da ordem estabelecida não eram tratados com tanto carinho. Nunca foi difícil identificar sujeitos que não querem saber de nada com a dureza, mas vivem reclamando por seus direitos.

Assim como é hoje, a maioria destas pessoas na época eram filhos de artistas, de funcionários públicos e intelectuais simpatizantes da esquerda, os meios de comunicação e setores da cultura travavam uma verdadeira guerra contra as forças policiais que mantinham a ordem na base da violência e da opressão.

O problema é que a ditadura acabou, veio a democracia, mas o ódio dos meios de comunicação, dos artistas, dos intelectuais e dos ativistas de esquerda contra as forças de segurança permaneceu. Assim como o culto aos revolucionários, criminosos e subversivos. A conhecida esquerda caviar nunca superou seus ressentimentos quanto as anos de chumbo e veem seus algozes do passado na figura de um jovem policial militar do subúrbio que nasceu nos anos 90 e não teve qualquer contato com a ditadura.

Há poucos dias, um Policial Militar indignado com a morte de mais um colega fez um desabafo e defendeu a pena de morte para assassinos de policiais. A jornalista Leilane Neubarth, da GloboNews fez cara de repulsa e disse: "vejam que absurdo". A falta de sensibilidade da jornalista, que deixou de levar em conta o momento de forte emoção do policial, é típica da cultura de esquerda que prevalece nos corredores da Globo.

O ambiente na emissora é totalmente opressivo quanto a opiniões conservadoras . É assim também no meio artístico e no jornalismo de modo geral. É fácil compreender a natureza obtusa dessa gente, já que estes valores são repassados aos alunos nas aulas de tablado e nos bancos das faculdades de jornalismo até os dias de hoje por professores simpatizantes da esquerda, Um jornalista ou artista que não se submeta à ditadura ideológica do meio não sobrevive muito tempo na profissão.

A ditadura ideológica no meio chegou a um ponto tão absurdo, que os próprios jornalistas, artistas e intelectuais não se dão conta do quanto estão desconectados dos anseios de grande parte da sociedade. A carinha de nojo dessa gente é típica, quando surge o nome de gente como Bolsonaro é tipica, mesmo diante de um fenômeno social tão flagrante.

A exaltação de valores diversos daqueles conservados pela maioria da sociedade prevalece na Rede Globo e a cultura de esquerda deve imperar ainda durante muito tempo nos meios de comunicação e nas artes. No Projac, para quem conhece bem, tem a faxineira que mora em comunidade carente. Mas o filho ou sobrinho da faxineira sempre aparece por lá para levar drogas para funcionários e artistas da Globo. As sobrinhas da faxineira, não necessariamente meninas, também são sempre bem vindas. Nas festinhas de bastidores, há inclusive quem comemore a morte de mais um policial.

A Globo, os intelectuais, jornalistas e representantes da esquerda simplesmente se recusam a mostrar as consequências devastadoras da criminalidade na vida das pessoas. As vítimas dos crimes, assim como as vítimas dos terroristas da esquerda nos anos 70, são invisíveis aos olhos desta gente. Eles sabem que o lado cruel da criminalidade não é boa publicidade para seus "oprimidos" de estimação.

Aluno que não estuda, operário que não trabalha, entusiastas da proliferação do homossexualismo e defensores da liberação das drogas sempre tiveram voz ativa na Globo. Já os pronunciamentos, palestras ou entrevistas do juiz Sérgio Moro ao redor do mundo são censuradas na emissora carioca. 
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