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Condenação de Lula sepulta sonho da esquerda corrupta de implantar o comunismo no Brasil



Adeus Lula. Adeus sonho da esquerda brasileira de implantar o comunismo no Brasil. Adeus projeto de poder.

É isso mesmo que você está lendo. A condenação de Lula sepulta o plano secular dos comunistas de implantar no Brasil um dos regimes políticos mais nefastos da história da humanidade.

A batalha dos comunistas pela conquista de corações e mentes remonta ao início do século passado, mas teve na Coluna Prestes, um movimento político-militar brasileiro que se deflagrou nos anos de 1920, seu ponto mais marcante.

Antes disso, a Colônia Cecília, uma comunidade experimental baseada em premissas anarquistas, fundada em 1890 no município de Palmeira, no estado do Paraná, já havia semeado as primeiras sementes do comunismo em solo brasileiro.

Isto significa que há mais de um século, os comunistas articulam a implantação de uma cultura de dominação do país. Desde então, as formiguinhas do comunismo lideraram centenas de movimentos políticos tendo em vista a disseminação dos ideais entre comunidades campesinas, operários e estudantes.

A eficiência da propagação da cultura do comunismo chegou a tal ponto, que pouquíssimos jovens universitários não foram alcançados pela eficiente propaganda comunista. A frase "Quem nunca foi Comunista até os 20 anos, não tem coração" foi contestada posteriormente por  Winston Churchill, que disparou "Quem continua comunista até depois os 30 anos, não tem Cérebro".

Apesar da resistência, os comunistas fizeram bem seu dever de casa ao longo do último século e conseguiram o controle de praticamente todos os movimentos sociais, sindicais e estudantis do país. O caminho para o poder estava praticamente pavimentado ao fim dos anos 70. Com a abertura política de 1979 e o retorno do pluripartidarismo no Brasil com o fim do Regime Militar, os militantes da esquerda finalmente puderam fundar seus próprios partidos, como o PT, PTB e PDT. Posteriormente, durante o governo Sarney, partidos como o PCdoB, PCB e PSB voltaram a ser legalizados, e em 1988, um grupo de ex-peemedebistas, entre os quais destacavam-se Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e Franco Montoro, fundaram o PSDB.

Lula chegou ao poder em 1º de janeiro de 2003 graças à uma campanha eleitoral que durou mais de cem anos. Logo nos primeiros dias, o ex-presidente deu início a uma série de etapas complementares para instalar o comunismo desfaçado de socialismo no Brasil. Embora o cronograma de implantação do regime exigisse pelo menos duas décadas para o êxito completo, Lula conseguiu adiantar bem o serviço com o aparelhamento da máquina pública, das instituições, das estatais e dos núcleos universitários, essa mesma gente que chora hoje pela queda de Dilma.

Lula conseguiu avançar várias etapas na instalação do comunismo/socialismo no Brasil e ainda conseguiu eleger sua sucessora para dar continuidade ao serviço. Ao longo de mais de 13 anos no poder, Lula e o PT conseguiram ampliar a simpatia da população através dos métodos tradicionais descritos nas cartilhas comunistas. Estava tudo preparado para a volta triunfal de Lula ao poder em 2018, quando planejava concluir o serviço.

O problema é que no meio do caminho surgiram muitos imprevistos. O maior deles foi a queda na cotação do barril de petróleo no mercado mundial. Lula pretendia usar as riquezas do pré-sal para estender os programas sociais e conquistar definitivamente a simpatia da maior parte da população. A queda no valor das commodities no mercado mundial a partir de 2012 pegou Dilma no meio do caminho, quando Lula e o PT passaram a enfrentar sérias dificuldades em implantar novas etapas do ambicioso plano de dominação.

A situação piorou a partir de 2014, quando não havia mais possibilidade de maquiar o rombo nas contas públicas. Lula e o PT apostaram todas as fichas na reeleição de Dilma. A campanha suicida que conduziu a petista ao segundo mandato acabou lhe colocando em uma situação delicada perante a opinião pública. A classe política que dava suporte ao plano de poder do PT se deu conta de que as coisas estavam totalmente fora de controle e resolveram abandonar o barco. Fragilizada politicamente, Dilma caiu e interrompeu os planos de poder dos comunistas.

Mas esta não foi a maior tragédia das esquerdas brasileiras. O maior erro depositar todas as esperanças em uma única liderança. Lula sempre foi a peça fundamental para o êxito do projeto de poder das esquerdas, que colocaram todos os ovos em uma única cesta. A queda de Dilma e a condenação de Lula esta semana pelo juiz Sérgio Moro representa uma pá de cal em um projeto de mais de cem anos. A esquerda não possui outro representante capaz de seduzir o povo novamente. Eles virão com Marina Silva, Ciro Gomes, Fernando Haddad e outros astros de menor grandeza. Mas nenhum deles será capaz de prevalecer sobre a desconfiança da sociedade sobre a ameaça da volta da esquerda e de tudo de ruiu que ela representa ao poder.


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