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Como não conseguiram derrubar Temer, Globo e Estadão iniciam campanhas contra Bolsonaro



Segundo analistas, um dos motivos de a Rede Globo ter se lançado na temerária aventura para derrubar o governo Temer se deve a possibilidade do Grupo de comunicação perder o controle da sucessão presidencial em 2018. No cenário de hoje, é previsto que  Temer fará a transição democrática até as eleições, de modo que os candidatos que irão disputar o pleito são os que estão ai, além de uma novidade pouco provável.

Caso a Globo tivesse logrado êxito em sua inciativa golpista, teria colocado um sucessor na Presidência e faria de tudo para eleger seu elemento nas eleições de 2018. É claro que o Grupo de comunicação se lançaria não se lançaria numa campanha tão agressiva e sistemática para derrubar Temer sem ter nas mangas um ou dois nomes certos para colocar em seu lugar.

Um dos fatores que teriam a Globo, outros meios de comunicação e setores da esquerda , incluindo ai a classe artística, seria a ameaça representada pela candidatura de Jair Bolsonaro, que caminha para a liderança nas pesquisas recentes sobre a preferência do eleitorado. Derrubar o governo Temer seria uma forma de inserir um novo nome no contexto da disputa com chances concretas de vencer a eleição em 2018.

Como não conseguiram derrubar o governo, os empregados da emissora já admitiram a derrota do golpe, a Globo e outros meios de comunicação devem voltar suas artilharias contra Bolsonaro nos próximos meses. E a campanha já teve início com um artigo de Eliane Cantanhêde publicado nesta segunda no Estadão.

Segundo a jornalista da Globo, " o deputado Jair Bolsonaro vai tentando, devagar e sempre, seguir a trilha de Donald Trump, que era tão absurdo, ninguém acreditava e chegou lá. Uma surpresa mundial. Ou melhor, um susto.

A imprensa americana – e, por conseguinte, a brasileira – não viu Trump, não acreditou em Trump, ridicularizou Trump e, no final, foi obrigada a engolir a vitória dele para a presidência da maior potência mundial. Agora, a opinião pública nacional não acredita, não vê e não leva Bolsonaro a sério. O risco é ser novamente surpreendida" alerta Eliane Cantanhêde, como se sua opinião e de seus patrões devesse prevalecer sobre a vontade do povo.

“Anfíbio” que passou parte da vida na caserna e está no seu sétimo mandato na Câmara, viaja muito, abre filas de curiosos ávidos por selfies com ele, agita voos de lá para cá e é recebido como candidatíssimo, não raro com a improvisação de palanques e megafones. As pessoas começam a se perguntar: “E o Bolsonaro, hein.

Eliane Cantanhêde afirma que, assim como Lula, a Bolsonaro representa um risco.  Sem Lula "na eleição, o primeiro nas pesquisas pode passar a ser Bolsonaro. Não é para eleger Lula nem os Bolsonaros da vida que o Brasil faz a faxina que faz. Quem será em 2018, ninguém sabe. Mas quem não deve ser, todos precisamos saber. É melhor prevenir do que remediar", alerta a jornalista da Globo, que perdeu completamente a noção do ridículo e ainda acredita que sua opinião e a dos grupos de comunicação que representa devem prevalecer sobre a vontade popular. Se o Brasil decidir eleger o Tiririca, todos devem respeitar. Ainda mais aqueles que ajudaram a eleger praticamente todos os políticos corruptos do Brasil em nome de seus interesses, sem se preocupar com as consequências para o povo.

Com informações do Estadão

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