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Após saída de Janot, 8 acordos de delação contidos para proteger o PT devem sair do fundo do baú da PGR



O fim do mandato do procurador-geral da República pode representar uma nova rodada de dores de cabeça para Lula, Dilma e outros políticos poderoso que vês sendo blindados na PGR há quase quatro anos.

O próprio Janot já admitiu que os métodos de trabalho de sua sucessora e rival Raquel Dodge contrastam muito que seu "estilo". A além de rever o controverso acordo de delação do Grupo JBS, com possibilidade de cancelamento , a nova PGR deve dar maior celeridade aos acordos de delação contidos por Janor para blindar gente graúda do PT.

Neste momento, cerca de 158 pessoas estão dispostas a firmar um acordo de delação premiada na Lava Jato, muitos dos quais comprometem o ex-presidente Lula e seus companheiros. O Metro Jornal lista os principais acordos que causam preocupação no meio político:

Marcos Valério

Preso desde 2011, o publicitário decidiu recentemente escavar no passado provas inéditas do esquema de desvio de recursos públicos no esquema do mensalão. O operador do PT deve esclarecer o episódio envolvendo Lula no assassinato de Celso Daniel e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no esquema de Furnas. As provas entregues pelo publicitário foram aceitas pela PF (Polícia Federal), que fechou um acordo sem a participação da PGR.  O acordo da PF com Marcos Valério aguarda agora a validação do STF (Supremo Tribunal Federal).

Eduardo Cunha

O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está preso desde outubro do ano passado e tenta negociar para revelar, sobretudo, o uso de recursos do Fundo de Investimento do FGTS para abastecer as campanhas do PMDB desde 2002. Embora comprometa boa parte do PMDB e PT, Cunha já deu sinais de que não tem elementos concretos para envolver o presidente Michel Temer. O acordo ainda não tem prazo para ser fechado.

Lúcio Funaro

Apontado como operador de propinas do PMDB, o doleiro promete tirar das sombras esquemas de desvios em estatais durante os governos do PT de Lula e Dilma, como Infraero, Anvisa, além da Caixa, onde compete por provas mais contundentes com Eduardo Cunha. A ‘lista do Funaro’ é encabeçada por Geddel Vieira Lima e os pagamentos de propina feitos pela JBS. Outros nomes são do PMDB como Henrique Eduardo Alves e Gabriel Chalita integram a lista. Embora Funaro tenha uma boa reputação junto aos investigadores, seus relatos podem indicar novos caminhos.

Antonio Palocci

Este é um dos acordos de delação que mais apavoram o ex-presidente Lula e o PT. Ex-ministro dos governo Lula e Dilma, Palocci promete revelar esquemas de pagamento de propina feitas por bancos e também a empresas, como meios de comunicação (Globo) e setor automotivo. O petista pretende também falar dos pagamentos feitos em troca de benefícios, alvo de apuração da operação Zelotes. As revelações, se confirmadas, comprometem Lula mortalmente. Palocci, que era o operador de propina do ex-presidente na Odebrecht, está preso preventivamente em Curitiba e já foi condenado a 12 anos de prisão.

Eike Batista

O empresário organiza documentos para oferecer ao Ministério Público detalhes do pagamento de R$ 5 milhões em propina ao marqueteiro João Santana, que teria usado o dinheiro para quitar dívidas de campanha do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT). Eike também quer dar elementos de um suposto lobby do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor das empresas do grupo X e sobre o pagamento de US$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral em contas no exterior.

Fernando Cavendish

O empresário Fernando Cavendish negocia com o Ministério Público do Rio de Janeiro revelar propinas pagas a políticos do PMDB e PSDB pela construtora Delta no Rio de Janeiro e em Goiás. Um dos alvos das acusações é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de pagamentos que teriam sido feito durante os jogos Pan-Americanos, em 2007. Todos os esquemas de corrupção de Sérgio Cabral contaram com a conivência dos ex-presidentes Lula e Dilma.

Renato Duque

O ex-diretor da Petrobras mira delatar irregularidades em negócios com contratos de navios-sonda. Ele pretende oferecer arquivos que teriam sido deletados, entre 2004 e 2012, dos computadores da estatal. Duque falou à Justiça que o ex- -presidente Lula tinha ‘pleno conhecimento’ do esquema de pagamentos de propina e que foi responsável pelos contratos que abasteceram os cofres de campanhas do PT.

Leo Pinheiro

O ex-dono da OAS é outro que teve sua proposta de delação recusada por Janot. Léo Pinheiro deu o depoimento fundamental para embasar a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele contou que o petista era o proprietário do tríplex no Guarujá. O executivo foi condenado a 10 anos e 8 meses de prisão, mas poderá ir para ao regime semiaberto após cumprir 2 anos e 6 meses. 
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