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Após denúncia de Temer e nomeação de Raquel Dodge para a PGR, Janot é ignorado nos corredores e vira peso morto no órgão



O procurador-geral da República viveu seus últimos dias de glória neste fim de semana, quando participou de um evento para jornalistas em São Paulo. A antecipação da indicação de Raquel Dodge para chefiar procuradora-geral da República fa partir do dia 18 de setembro transformou Janot em um peso morto no órgão. Apesar de ter ameaçado disparas mais flechas contra Temer, Janot, que nunca foi unanimidade entre os colegas, já é ignorado nos corredores da PGR.

Por mais que a subprocuradora Raquel Dodge tente manter sua rotina com discrição, a possibilidade de que a nova responsável pela PGR conduza investigações sobre a conduta de Janot no controverso acordo de delação da JBS tem tirado o sono de muita gente. A futura procuradora-geral já está inclusive sendo municiada de informações bastante comprometedores sobre Janot e seu ex-braço direito, Marcelo Miller, que largou seu cargo de procurador da República para ajudar os irmãos Batista a forjar o acordo de delação premiadíssima. Vários servidores do órgão se ressentem pelo fato de Janot ter feito uso político do cargo e por ter destruído a reputação da Lava Jato.

Janot está preocupado e já desistiu de se aposentar. Ele pretende tirar férias curtas e voltar logo para o cargo de procurador para acompanhar de perto a movimentação da nova chefe da PGR. A estratégia de antecipar a nomeação da rival Raquel Dodge no bojo da ofensiva do Palácio do Planalto dexou Janot profundamente irritado. A constatação de que Rodrigo Janot, está com os dias contados fez com que muitos servidores passassem a demonstrar o repúdio que sempre sentiram em relação a ele. 
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