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Ao negar desbloqueio dos milhões de Lula, desembargadores do TRF4 indicam que vão condenar o petista na 2ª Instância



Esta semana, o ex-presidente Lula sofreu o mais duro revés desde que foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 9 anos e seis meses de prisão. O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, negou o pedido da defesa do Lula para suspender o bloqueio de bens e de cerca de R$ 9.6 milhões encontrados em suas contas.

A notícia não poderia ser pior para o petista. Não pelo fato de ter seu pedido negado, mas por ver que o tribunal que irá analisar sua condenação na segunda instância manteve a decisão do juiz Sérgio Moro. Além da condenação do petista a mais de nove anos de prisão, Moro determinou o bloqueio do dinheiro das contas bancárias e a previdência privada e o sequestro e arresto de dois carros, três apartamentos e um terreno localizado em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo.

A decisão do Tribunal deixou o ex-presidente Lula e pessoas próximas a ele bastante preocupadas. Na avaliação de dirigentes petistas, a manutenção do bloqueio determinado por Moro sinaliza que o tribunal também irá manter a sentença do magistrado sobre a condenação do petista. Neste caso, o TRF4 pode inclusive aumentar o tempo de prisão determinado por Moro, como já ocorreu em outras sentenças. 

Confirmada esta possibilidade, Lula pode até ser poupado da prisão imediata, mas fica definitivamente fora da disputa eleitoral de 2018. Segundo a Lei da Ficha Limpa, condenados por um colegiado se tornam imediatamente inelegíveis. 




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