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A verdade sobre mudanças na Lava Jato - PF não engoliu manobra suja de Janot e Fachin para livrar criminosos da JBS



Enquanto a imprensa tenta atribuir o fim da Operação Lava Jato a conspirações engendradas no Palácio do Planalto e no Ministério da Justiça, os reais motivos para as mudanças no modelo de funcionamento da maior investigação do Brasil permanecem ocultos por versões cada vez mais fantasiosas. A Polícia Federal encerrou atividades do grupo de trabalho da força-terefa da Lava Jato em Curitiba justamente para preservar a credibilidade da investigação junto a opinião pública e garantir maio eficiência nos resultados.

Entre alguns dos vários motivos motivos que levaram a cúpula da Polícia Federal a propor mudanças na condução das investigações está o golpe contra a instituição perpetrado pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, no escandaloso episódio do acordo de delação do Grupo JBS.

A Polícia Federal estava realmente no encalço dos criminosos e estava prestes a deflagrar uma sexta operação que tinha como alvos os irmãos Batista. É justamente ai que surge um outro sintoma grave que vinha infectando a investigação como um todo. Por integrar a força-tarefa da Lava Jato, membros do Ministério Público Federal tinham acesso a todas as investigações em curso. O setor de inteligência da PF sempre suspeitou do vazamento de informações sobre as investigações sigilosas. No caso dos procuradores da República, hierarquicamente vinculados à PGR, as informações poderiam ser repassadas de forma praticamente protocolar.

A Polícia Federal sempre se sentiu incomodada com o fato da Lava Jato ter se tornado um instrumento de uso político, haja vista as manifestações públicas de alguns procuradores da República contra o governo e favoráveis à controversa atuação do procurador Rodrigo Janot no caso do acordo com os criminosos da JBS.

A indignação dos agentes federais atingiu nível máximo após o STF ter decidido não mover uma palha para cancelar o acordo com os açougueiros criminosos da JBS, que graças a Janot e Fachin, obtiveram o perdão total para mais de 240 crimes confessos.

A instituição também se sentia incomodada com o uso político das investigações por parte de procuradores que integravam a extinta força-tarefa do MPF, medida que em nada afeta os trabalhos do juiz federal Sérgio Moro, que continua sendo o responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância em Curitiba. Nos bastidores da Lava Jato, comenta-se que Moro, sempre muito discreto, também se sentia incomodado com o uso político dos trabalhos da Lava Jato e teria confirmado que a exposição excessiva de alguns procuradores era extremamente negativa para seus julgamentos. Moro sempre evitou posar em fotos ao lado dos membros do MPF justamente por temer a exploração de sua imagem através de manifestações de contornos políticos, algo muito comum entre os antigos membros da força-tarefa.

Ao contrário do que tentam insinuar setores da imprensa e membros do MPF, a Lava Jato cresce e retoma a participação dos delegados mais influentes na investigação até os dias de hoje. Segundo o o delegado-chefe da Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor), Igor Romário de Paula, disse que os policiais envolvidos diretamente nas investigações devem sentir pouca diferença no dia a dia de trabalho. Ele também afirmou que não houve nenhuma determinação específica por parte da direção da Polícia Federal, em Brasília.

Serão, segundo ele, 84 policiais, sendo 16 delegados. Do total de delegados, quatro atuam no Espírito Santo, sendo que dois deles já participaram da Lava Jato anteriormente. Segundo a Polícia Federal, a mudança prioriza a investigação e permite intercâmbio de informações.

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