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A quem interessa ver o Brasil sangrar? Esta é a oportunidade de identificar os inimigos do país, Estão sem máscaras



O Brasil está saindo de sua mais grave, longa e profunda recessão em um século. Após a tragédia dos últimos dias de governo da infame Dilma Rousseff e da horda de desqualificados do PT, o país mergulhou nua era de incerteza, de inflação alta, desemprego e falências jamais vistos em toda sua história.

Apesar da severa crise política, econômica e institucional, o Brasil conseguiu atravessar este período sombrio de sua história preservando a democracia e fazendo prevalecer os preceitos institucionais. A constituição foi respeitada e as instituições acompanharam todo o processo de impeachment de Dilma, sem que lhe fosse negligenciado nenhum direito.

Como reza a constituição, o então vice-presidente Michel Temer assumiu o comando do país em meio ao caos deixado pelos governos do PT. Embora havia um consenso no país de que qualquer pessoa seria bem melhor que Dilma, seu sucessor acabou se revelando uma grata surpresa. De modo sistemático, Temer deu início a uma sequência de reformar estruturais e ao mesmo tempo dava cabo de mazelas e desmandos herdados da administração petista. Temer dizimou o aparelhamento do partido em órgãos da administração pública, nas estatais, nos bancos públicos e eliminou uma série de incongruências que incomodavam a opinião pública, como a farra no acesso ao dinheiro do contribuinte de artistas, movimentos sociais e sindicais.

Apesar de não ter sido eleito diretamente pelo voto popular, coube a Temer o papel de arrumar a casa e conduzir o país até as próximas eleições de 2018 e fazer a transição do executivo para o próximo presidente eleito democraticamente. Estava tudo certo e todos sabiam que se tratava de um mero presidente transitório.

Mas uma trama que ainda não foi totalmente esclarecida foi inserida no meio de todo este contexto para derrubar o presidente no meio do caminho. Grupos poderosos que tiveram seus interesses duramente atingidos participaram dos bastidores do mais vergonhoso golpe de Estado de que se tem notícia na era moderna. Temer foi alvo da mais violenta campanha midiática da era da comunicação. O enrendo do golpe, que também não foi esclarecido, tinha como pano de fundo um tenebroso acordo de delação premiada firmado entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o criminoso confesso Joesley Batista, dono do poderoso Grupo JBS que prosperou sob a égide dos governos corruptos do PT de Lula e Dilma.

É neste momento que os protagonistas do golpe começam a revelar suas faces e torna-se possível identificar que boa parte deles eram remanescentes dos governos mais corruptos que já comandaram o país desde a sua descoberta. Os grupos de interesses que atuaram nos bastidores do golpe também são reconhecidamente as figuras pardas da triste história de dominação e manipulação dos bastidores do poder.

Esta história fede mais ainda pelo fato de que nenhum dos protagonistas do golpe se importou com o emprego de milhões de chefes de família. Pelo contrário, lucraram com o caos que instalaram no país e reverteram tendências positivas que estavam em andamento, como a queda dos juros, o crescimento do PIB e a ampliação das ofertas de trabalho com carteira assinada.

É sabido que todos os conspiradores que participaram da tentativa de golpe de Estado eram beneficiários diretos ou indiretos dos esquemas de corrupção e estado geral de coisas mantidos pelos governos petistas. A maioria dos conspiradores para a derrubada de Temer foi contra a remoção de Dilma e do PT do poder. Os políticos da esquerda raivosa e corrupta, artistas jornalistas de aluguel e meios de comunicação tornaram públicas as suas intenções de derrubar um governo de forma prematura, com acusações inconsistentes e inconclusivas. Ao contrário de Dilma, que teve mantidos todo os seus direitos constitucionais, institucionais e legais, Temer foi assaltado de todos os requisitos básicos de defesa e se tornou alvo de um ataque massivo, coordenado e covarde por parte de pessoas e grupos inescrupulosos que sequer tiveram a coragem de apontar para um sucessor. Por óbvio, não se lançariam numa aventura tão temerária se não tivessem um elemento reservado para colocar no lugar de Temer. Um elemento com o compromisso de restaurar privilégios banidos e resgatar a influência peçonhenta destes grupos nos destinos do país.

Este foi um dos mais importantes episódios da história do Brasil neste início de século 21. As forças que conspiraram contra o país num momento de extrema fragilidade sequer agiu de forma sorrateira e dissimulada. Todos mostraram suas caras e tornou-se perfeitamente possível identificar cada um dos golpistas. Temer deve ser submetido ao devido processo legal e sua condenação ou não vai depender da eficiência de seus acusadores. Não há nada que garanta sua permanência no governo, exceto a possibilidade de ser inocentado ou se livrar, por enquanto, das acusações que pesam contra ele. Aqueles que tentam desesperadamente derrubá-lo sem antes reunir condições minimamente razoáveis aos olhos da sociedade, dos políticos e da Justiça, querem mesmo é fazer sangrar o país.


Apesar das consequências devastadoras para a economia e para o país, Temer resistiu. Masa nada que os conspiradores digam ou façam agora será capaz de mudar seus gestos de tentar tentaram derrubar um presidente prematuramente em nome de interesses inconfessáveis, sem se importar com as consequências para a sociedade, para o trabalhador, para o empreendedor, para as instituições, para a democracia e para o Brasil.
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