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A pedido do PSOL, Janot volta a defender liberdade de Joesley Batista e perdão por 245 crimes que o bandido confessou



O procurador-geral da República Rodrigo Janot, em atendimento a pedido de esclarecimentos encaminhados pelo PSOL, voltou a defender a liberdade dos irmãos Batista, os donos do Grupo JBS-Friboi que confessaram mais de 240 crimes, mas não entregaram nenhuma prova, no controverso acordo de delação premiada.

No documento em que apresentou esclarecimentos a pedido do PSOL nesta quinta-feira, 13, sobre a denúncia que ofereceu contra o presidente Michel Temer,  Janot defendeu a imunidade penal concedida e o fato de não ter sido oferecida denúncia contra os empresários Joesley Batista e Wesley Batista,

"Trata-se de um caso típico onde a premiação legal conferida aos colaboradores deve ser graduada em grau máximo, no que se refere a pena corporal, razão pela qual foi oferecida aos colaboradores o não oferecimento da denúncia".

"Cabe indagar qual seria a premiação compatível para o presente caso? Em outras palavras, se esse caso não autoriza uma premiação em grau máximo, qual outra autorizaria?", argumentou Janot, mesmo após Joelsey ter recuado em suas declarações sobre as contas que disse que manteve para Lula e Dilma na Suíça. Na semana passada, o açougueiro da Friboi voltou atrás e disse que a conta era dele.
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