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42ª fase da Operação Jato mira no ex-presidente do BB e da Petrobrás Aldemir Bendine. A Cobra vai fumar para o PT



Após um lingo intervalo, a Polícia Federal retoma a maior investigação contra corrupção no país e colocou seus agentes nas runas desde as primeiras horas desta quinta-feira (27) para cumprir mandados da 42ª fase da Operação Lava Jato no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. A operação foi batizada de Cobra e cumpre três mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão.

A Operação Cobra tem como foco principal a investigação de ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine pela prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outros. Segundo as investigações da PF, o ex-presidente das instituições mencionadas e pessoas a ele relacionadas teriam solicitado vantagem indevida em razão dos cargos exercidos para que o Grupo Odebrecht não viesse a ser prejudicado em futuras contratações da Petrobras e, em troca, o grupo teria efetuado o pagamento de propinas milionárias. De acordo com a PF, os pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.

 O juiz federal Sérgio Moro havia autorizado abertura de inquérito policial no início do mês de junho contra Bendine, que foi presidente do Banco do Brasil entre abril de 2009 e fevereiro de 2015. No mesmo mês, o executivo assumiu a presidência da Petrobrás. Renunciou ao cargo em maio de 2016.

Esta é a primeira Operação da Lava Jato após a Polícia Federal ter se livrado dos discípulos de Janot e desligado a força-tarefa do MPF do núcleo de investigações. Agora, Moro e a PF podem ir com tudo contra o PT, sem medo de vazamentos ou contingenciamentos do blindador-geral de Dilma e Lula. Como informou o Imprensa Viva há algumas semanas, a Lava Jato está mais silenciosa e perigosa que nunca!

Segundo a PF, já foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária no Distrito Federal e nos Estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. A prisão de Bnedine leva mais preocupações para o PT. O ex-presidente do BB e da Petrobras pertencia ao núcleo da ex-presidente Dilma Rousseff e é suspeito de fazer a interlocução entre a petista e Marcelo Odebrecht nos esquemas de corrupção investigados pela PF.

O nome da operação, "Cobra", faz referência ao codinome dado ao principal investigado nas tabelas de pagamentos de propinas do chamado setor de operações estruturadas da Odebrecht. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde devem permanecer à disposição do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná. É a Lava Jato com Moro de novo!
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