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Veja quem é o bandido da JBS que arrumou a vaga de Edson Fachin no STF. Em pânico, PT tenta blindar o ministro



O PT e partidos aliados estão fazendo de tudo para impedir que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, seja convocado pelo Congresso para explicar sua relação com o criminoso confesso do Grupo J&F, Ricardo Saud.

Enquanto parlamentares tentam convocar Fachin para depor na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, representantes da oposição ao governo tentam de tudo para impedir que os fatos sejam esclarecidos. Para fazer o serviço sujo, o PT convocou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) impetraram, na tarde desta segunda-feira, 12, mandado de segurança, STF, contra Requerimento de Informações sobre o fato do ministro Edson Fachin ter conseguido sua vaga na Corte através do patrocínio da JBS.

O criminoso confesso do Grupo JBS, Ricardo Saud, foi procurado por Fachin para ajudá-lo na campanha para chegar ao STF em 2015 para que Fachin fosse referendado no Senado como ministro da Corte. Parlamentares querem saber os detalhes da relação entre Fachin e a JBS, que emprestou até jatinhos para que o ministro visitasse senadores em busca de votos. O Objetivo da convocação é esclarecer os motivos que levaram Fachin a conceder tantos benefícios aos delatores do Grupo J&F.

"Como é que você vai explicar para o povo brasileiro que deixaram esse pessoal sair pela porta da frente, dando um golpe financeiro?", alegou um dos signatários do pedido de informação, deputado Fausto Pinato (PP-SP). O parlamentar classifica de "delação premiadíssima" o acordo da Justiça com os irmãos Joesley e Wesley Batista e diz que não há "constrangimento nenhum" ao ministro.

Pacheco não incluiu na pauta de amanhã, 6, o requerimento de urgência para que o pedido de informações seja apreciado na comissão no mesmo dia. No documento, os parlamentares fazem cinco perguntas ao ministro: em que condições os pedidos de apoio aos senadores se fizeram e se deles resultou algum compromisso com parlamentares e a JBS; se na época o ministro tinha conhecimento das práticas criminosas da JBS, em especial a atuação de Saud; se o fato de estar acompanhado de Saud poderia implicar em desabono de sua conduta como ministro ou comprometer o exercício de suas funções; qual o motivo da escolha de Saud para a "delicada missão" junto aos senadores; e quando e onde Fachin conheceu Saud e quantas vezes esteve com ele no Congresso ou fora dele.

Pinato, que assina o requerimento de urgência do pedido, disse que os parlamentares são "cobrados na rua" sobre os motivos pelo qual o executivo e os donos do Grupo J&F receberam o "benefício" de deixar o País sem serem punidos. "Sou cobrado porque foi dado tanto benefício ao pessoal da JBS. O pessoal não está entendendo porque o doleiro ficou preso, o cara da construtora Odebrecht ficou preso e eles (da JBS) não", justificou. Ele lembrou que uma CPMI foi criada para investigar os negócios da JBS no Congresso. A CPI da JBS será um colegiado composto por 16 senadores e 16 deputados. Ainda na fase de indicação de membros, a previsão é que a comissão seja instalada na próxima quarta-feira. A comissão pretende intimar Edson Fachin e Rodrigo Janot. "Queremos de imediato ouvir os irmãos Wesley e Joesley Batista, o Ministério Público (MP) e o Judiciário. Queremos compreender esse método diferenciado de delação que permitiu a total liberdade para esses empresários", afirmou o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), parlamentar que propôs a criação da comissão e que deve presidir o colegiado.

O ministro Edson Fachin está com medo de prestar os esclarecimentos sobre sua relação com o criminoso Ricardo Saud, mesmo já tendo reconhecido publicamente que recorreu a ele para pedir apoio junto a senadores para conseguir a vaga de ministro do STF. É justa a tentativa de convocar o ministro para prestar esclarecimentos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, assim como é  um comportamento suspeito d esquerda de tentar impedir que Fachin seja convocado para esclarecer o episódio para a sociedade. Também faz todo sentido levantar suspeitas sobre o fato de Fachin ter homologado um acordo de delação com o Grupo JBS, tendo sido ele beneficiado pelo mesmo grupo dois anos atrás. Se fachin não tem nada a temer, não precisa se esconder por trás da toga, por trás da saia de Cármen Lúcia ou por trás dos emissários do PT para fugir de prestar os devidos esclarecimentos, pois quem tem medo da verdade e da Justiça é bandido. Exceto quando os bandidos contam com a proteção da Justiça, como é o caso do criminoso do vídeo abaixo. Acompanhe o depoimento do bandido Ricardo Saud, o homem que ajudou Fachin a conseguir chegar ao STF e tire suas conclusões.

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