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Vândalos da imprensa golpista e escravos ideológicos apostaram no caos. Agora vão ter que aturar Temer um ano e meio


A tentativa de golpe da rede Globo, coordenada com setores do judiciário e do mercado financeiro para derrubar o governo Temer foi uma das mais acintosas da história do país, desde o golpe militar de 64.

Diante de tantos crimes cometidos por Lula e Dilma, a reação de grupos que ocultam interesses obscuros cotra o presidente por motivos ainda inconclusivos sob o ponto de vista jurídico, foi algo completamente desproporcional. Após o fracasso em usar uma transcrição falsa de uma gravação feita pelo criminoso confesso Joesley Batista, tudo que restou contra Temer foi uma viagem a bordo de um avião do Grupo JBS e as expectativas em torno das delações de Rodrigo Rocha Loures e Lúcio Funaro.

Rocha Loures, o ex-assessor de Temer que foi "rifado" pelo próprio presidente, é cria de Roberto Requião, de Lula e Dilma. Lúcio Funaro tem envolvimento criminoso com Joesley Batista e Eduardo Cunha.

A Globo e os empregados dos picaretas da Consultoria Empiricus, dona do site O Antagonista, apostaram na "credibilidade" de Joesley Batista e de sua gravação triunfal de uma conversa com o presidente. A gravação feita pelo criminoso com um gravadorzinho da Xuxa foi editada mais de 50 vezes e teve mais de 6 minutos cortados.

A Globo forjou a transcrição do teor da conversa e ordenou que todos seus empregados pedissem a renúncia imediata de Temer. Merval Pereira, Gerson Camarotti, Renata Lo Prete e e Cristiana Lôbo passaram vinte dias repetindo a ladainha de que o governo Temer acabou, que Temer não tinha mais condições de governar, que seria abandonado pela base aliada, etc, Os empregados dos picaretas da Consultoria Empiricus, dona do site O Antagonista, seguiram a mesma toada de gente como Guilherme Boulos, Tico Santa Cruz e dos terroristas que tentaram incendiar a Esplanada dos Ministérios em Brasília.

Assim como os vândalos que causaram prejuízos de mais de R$ 3 milhões ao bolso do contribuinte incendiando Brasília, os vândalos do jornalismo rasteiro e oportunistas causaram bilhões em prejuízos para todos os brasileiros, através dos textos terroristas que previam o fim do governo Temer.

Temer chamou o exército para conter os vândalos que depredaram ministérios, pontos de ônibus e até tentaram invadir o palácio do Planalto após o vazamento criminoso da Rede Globo. Contra os terroristas à serviço do capital especulativo e dos bandidos da JBS, Temer utilizou uma arma bem mais letal: sua habilidade política e capacidade de superar a mais vergonhosa tentativa de Golpe da história recente do Brasil.

Após o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, a última esperança dos golpistas de derrubar o governo, todos terão que conviver com o fato de que Temer conduzirá a transição democrática do país, conforme está previsto na Constituição. O que farão os terroristas da imprensa durante este um ano e meio que têm pela frente é outra história.

Ninguém no país morre de amores por Temer. Trata-se de um mero presidente transitório a quem cabe a tarefa fazer a transição até as próximas eleições em 2018, de acordo com as regras em vigor. Falar em mudança na constituição em meio a um processo tão traumático significa apostar na instabilidade política e econômica do país, o que não é bom para os brasileiros que trabalham e produzem e nem é bom para a imagem do país no exterior. 
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