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Todos contra Temer. Mas a favor de quem mesmo? O Brasil inteiro entrou no jogo do PT do quanto pior melhor



O Brasil inteiro parece ter entrado no jogo da Rede Globo e do PT, que ao lado de setores do judiciário e de empresas corruptas como a JBS, promovem uma das mais violentas campanhas contra um governo nas últimas décadas.

Os ataques surgem de todos os lados, mas ninguém quer assumir quais são seus interesses em interromper um governo meramente transitório de um presidente que ostenta índices baixíssimos de popularidade. Temer não não é popular por razões bastante óbvias. Afinal, não foi eleito, não fez campanha, não fez promessas e cumpre uma agenda de reformas evitada por praticamente todos seus antecessores. Apenas assumiu o governo em caráter emergencial, após o expurgo da máquina de corrupção petista da administração pública que deixou o país quebrado, literalmente sem lenço nem documento.

Afirmar que Temer não possui legitimidade por não ter sido eleito equivale a desqualificar os dispositivos constitucionais que preveem a posso do vice em caso de vacância da Presidência, seja em caso de afastamento, renúncia ou morte do titular do cargo.  Aquele que afirma que Temer não possui legitimidade, ou é mal informados ou é um mau caráter. A tese hipócrita é na verdade uma narrativa da esquerda que se aplicaria oportunamente a qualquer vice presidente que vier a assumir o cargo em caso de vacância. Esta é uma concepção torpe, já que não propõe mudanças no regime de sucessão previsto na Constituição. Serve apenas para atacar a legitimidade do ocupante do cargo, que foi colocado ali, como vice, justamente para esta finalidade.

Mas os que querem derrubar o presidente não foram capazes ainda de apresentar uma solução pós-golpe. Nenhum setor, seja do judiciário, dos meios de comunicação mancomunados com o mercado ou mesmo as forças políticas de esquerda do país ainda não tiveram a coragem de esclarecer em nome de quê ou de quem defendem a queda de Temer. 

Curiosamente, os mesmos setores que defendem a queda de Temer demonstram um aumento inexplicável da tolerância com relação à esquerda nefasta que assaltou os cofres públicos e deixou a economia do país mergulhar no caos.

Os que querem derrubar o governo Temer estão gritando para quem quiser ouvir que as coisas ficaram piores para eles,como os artistas, os empresários acostumados com o dinheiro fácil do BNDES, os órfãos do aparelhamento do Estado, os meios de comunicação acostumados com as generosas verbas de publicidade, os bancos, os especuladores, os rentistas e setores do judiciário que tem rabo preso com os treze anos de bandalheiras da esquerda. Imaginar que empresas gigantescas como a Odebrecht e JBS corromperam apenas políticos e deixaram autoridades como juízes, procuradores e ministros do Supremo de fora da festa é sinal de muita inocência. 

Enquanto todos os setores que gritam desesperadamente pela queda de Temer, estes mesmos setores se calam sobre seus planos sobre quem pretendem colocar em seu lugar para restaurar o antigo estado de coisas com as quais se habituaram. Torcer contra Temer significa torcer não apenas em favor do desconhecido, mas também torcer por Lula, pelos representantes da esquerda corrupta e pelos mesmos barões que sempre comandaram o país. Estão tão desesperados para encontrar alguma prova que incrimine Temer, enquanto existem milhares de provas já consolidadas sobre os crimes de Lula, que além de estar solto, ainda fala em ser presidente do Brasil.

Estão dizendo há mais de um ano que Temer pretende acabar com a Lava Jato, mas são eles que estão apavorados com o avanço das investigações, que até o momento não sofreram nenhum tipo de intervenção do governo. O temor é que com a logo, chega a vez da Globo, dos bancos, dos esquemas ilícitos no BNDES e pode ser tarde demais. A Globo evita a todo custo divulgar as falas de Sérgio Moro em suas palestras e participações em eventos no Brasil e no mundo, quando o juiz fala que a corrupção está arraigada nos mais insuspeitos setores da vida política do país. 

Temer é um mero presidente transitório que ficou encarregado de conduzir o país até as próximas eleições democráticas, conforme está previsto na Constituição. Não adianta remover Temer, mantendo o mesmo Congresso corrupto e contaminado com o câncer da cultura petista que vigorou por quase uma década e meia. Culpar Temer por ter que lidar com líderes políticos corruptos é estupidez, pois sem eles, Temer cairia do mesmo jeito. Sem isso, jamais conseguiria aprovar as reformas que o Brasil tanto precisa e que todos são unânimes em reconhecer, mas não querem que Temer seja o responsável pelos feitos. A pressa de tirá-lo faltando apenas quinze meses para as eleições de 2018 esconde um propósito que ninguém ainda se deu conta.

Qualquer um que substitui-lo neste momento, seja o ex-empregado do Grupo JBS, Henrique Meirelles ou o sócio de André Esteves no Banco Pactual, Nelson Jobim, vai ser o próximo presidente da República a partir de 2019. A oportunidade colocar um representante na Presidência da República é uma chance de ouro para setores que insistem em sobrepujar a vontade popular e sabotar o processo democrático. Com a máquina na mão, qualquer presidente que entrar agora fará de tudo para conquistar a simpatia do eleitorado, com aumentos do Bolsa Família, colocará fim nas reformas trabalhista e previdenciária, e outras medidas de caráter puramente eleitoral. 

Como o país já começa a ensaiar a recuperação da economia, com os baixos índices de inflação, juros e até mesmo com a geração de novos empregos com carteira assinada, a pessoa que entrar agora na Presidência está se gabando sobre seus "feitos" já no dia seguinte após a queda de Temer.

Fica o alerta. O que é bom para essa gente, nem sempre é o melhor para o povo. Torcer contra Temer significa ajudar Lula, a esquerda corrupta, a Rede Globo, os bancos, os rentistas e os empresários corruptos que participaram do maior assalto aos cofres públicos em toda a história do país. 

Eles não querem que o povo tenha em 2018 a oportunidade de vivenciar eleições livres de suas influências. Eles não querem mais correr o risco de ter um presidente eleito pelo povo que não seja um representante fiel de seus interesses. Temer é o caminho mais seguro para as eleições livres de 2018. É melhor que Lula, é melhor que todas as opções da esquerda ou os obscuros representantes dos interesses do mercado e da Globo no poder. 
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