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Por mais que Janot tente se explicar, mau-caratismo é explícito ao falar em fatiar denúncia para afundar o país



Por mais que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tente explicar sua repentina cruzada contra a corrupção após anos à frente da PGR ignorando os crimes graves atribuídos aos ex-presidentes petistas Lula e Dilma, fica difícil acreditar que há por trás de seu acordo de delação premiadíssima com os criminosos da JBS algo de nobre.

Janot é vaidoso e vingativo e pouco se importa com o caos que está criando na economia ao se aventurar a oferecer uma denúncia contra o presidente Michel Temer que qualquer estudante de direito sabe perfeitamente que não irá prosperar sob o ponto de vista jurídico. Os argumentos de Janot, por mais que se esforce em sugerir interpretações, são incipientes e vazios de provas robustas.

É claro que Janot tem consciência de tudo isso. Não foi por acaso que foi totalmente ridicularizado por Temer em pronunciamento na tarde desta terça-feira. É claro que os membros do Ministério Público Federal e os integrantes da força-tarefa da Lava Jato estão calados por puro constrangimento diante da sede de vingança de Janot contra Temer por não ter conseguido dele seu tão sonhado terceiro mandato à frente da PGR. Completamente fora de controle, Janot lançou todo o MPF e a Polícia Federal em seu projeto pessoal para derrubar Temer e, quem sabe assim, conseguir uma indicação do sucessor do presidente.

Janot não conseguiu explicar ainda o arranjo entre ele, seu ex-braço direito Marcelo Miller e o criminoso confesso Joesley Batista. O recado de Temer nesta tarde deve ter efetivamente abalado as estruturas do MPF. Um presidente da República dispõe de informações privilegiadíssimas e Temer não teria insinuado que Janot seria um beneficiário dos milhões obtidos por seu ex-tudo, Marcelo Miller, que simplesmente abandonou uma cobiçada carreira como procurador da República para ir auxiliar Joesley Batista em seu acordo de delação premiadíssima. Marcelo MIller, Janot e Joesley Batista também estão por trás das "operações controladas" que tinham por objetivo forjar flagrantes contra Temer, mas apesar de tantos esforços, o máximo que conseguiram foi um "Tem que manter isso, viu?"

É duro para aqueles que, assim como Janot, lidam com a questão apenas sob o ponto de vista político, de suas preferências pessoais e ideológicas, ter que admitir que o procurador e seus parceiros foram tão incompetentes para produzir uma prova que incriminasse o presidente.

Par mais que Janot tente se explicar, e talvez até convença algumas pessoas menos informadas sobre seus nobres propósitos,  sua estratégia da fatiar as denúncias que serão oferecidas ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Temer é uma forma de parcelar o estrago que está fazendo na economia, prolongando ainda mais a crise política. É uma estratégia que só pode ser explicada pela maldade, pelo desejo de vingança pessoal, vazia de zelo com os interesses dos brasileiros, com o emprego de chefes de família e com a saúde debilitada de milhões de empresas que lutam para atravessar a maior recessão em mais de um século. Fatiar as denúncias contra Temer a fim de provocar mais desgaste no governo não é definitivamente uma atitude de homem que tem convicção sobre suas acusações. É coisa de moleque que não tem qualquer responsabilidade para com a vida dos brasileiros. 
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