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O golpe de misericórdia do Planalto na Globo, em Janot, Fachin e Joesley. A resposta fulminante à matéria da Época

 


Por mais que o presidente Michel Temer seja alvo de suspeitas gravíssimas, a nota oficial da Presidência da República sobre a entrevista de Joesley Batista à Época parece bem mais palatável que esdrúxula tentativa da Globo e do criminoso confesso em causar comoção social contra o presidente, acusando-o de chefiar a organização criminosa que assaltou os cofres públicos ao londo da última década e meia.

A nota destaca que o grupo JBS passou a ter acesso aos cofres do BNDES justamente durante no primeiro mandato do ex-presidente Lula, enquanto o próprio Joesley admite de conhecido Temer apenas em 2010, ano do fim do segundo mandato de Lula.

Logo no primeiro mandato do petista, A JBS faturou R$ 4 bilhões; e, em 2016, R$ 183 bilhões, com Dilma, argumento usado pelo Planalto que comprova literalmente se tratar de uma relação espúria de Joesley com o PT, baseada na corrupção endêmica instalada  nos governos anteriores à chegada de Michel Temer.

"Toda essa história de 'sucesso' é preservada nos depoimentos e nas entrevistas do senhor Joesley Batista. Os reais parceiros de sua trajetória de pilhagens, os verdadeiros contatos de seu submundo, as conversas realmente comprometedoras com os sicários que o acompanhavam, os grandes tentáculos da organização criminosa que ele ajudou a forjar ficam em segundo plano, estrategicamente protegidos".

O Planalto lembra ainda que o BNDES impediu a transferência do domicílio fiscal do grupo JBS para a Irlanda, o que levou a perdas acionárias da família Batista na bolsa de valores e os manteve ao alcance das autoridades brasileiras.

"Havia milhões de razões para terem ódio do presidente e de seu governo".

De fato, além de impedir a fuga da JBS para a Irlanda, o governo Temer impôs duras medidas contra o grupo controlado pelo criminoso Joesley Batista, como o cancelamento de linhas de crédito bilionárias na Caixa, cancelamento do fornecimento de gás pela Petrobrás a uma termelétrica do Grupo J&F, além do aumento do teto das multas impostas pela Comissão de Valores Mobiliários, CVM, de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. O Grupo JBS é alvo de nove processos na CVM por ter usado informações privilegiadas sobre a própria delação firmada com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e homologada pelo ministro do STF, Edson Fachin.

Este não é nitidamente o comportamento de alguém de tenha receio quanto ao criminoso Joesley Batista, notadamente acobertado pela generosidade da Globo, do Antagonista, de Janot e Fachin.
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