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Mortalidade infantil aumenta em 33% e materna, 65% na Venezuela em 2016. Artistas que pedem a saída de Temer defendem Maduro



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, tem reprimido com violência as manifestações contra seu governo e a ação da polícia do presidente já provocou a morte de mais de 300 manifestantes em pouco mais de um ano, segundo entidades de defesa dos direitos humanos. Curiosamente, o ditador venezuelano comemorou as manifestações violentas na Esplanada dos Ministérios em Brasília há cerca de duas semanas e mandou uma mensagem ao povo brasileiro para que continue lutando pela democracia.

Os vândalos, os artistas acostumados ao acesso fácil ao dinheiro do contribuinte durante a era petista e outros políticos corruptos denunciados por envolvimento no assalto na Petrobras que pedem a saída de Temer são os mesmos que admiram o tirano da Venezuela. Maduro defende a volta do PT ao poder justamente por ter se beneficiado com o dinheiro dos brasileiros do BNDES e dos esquemas de corrupção da Odebrecht e da JBS.

Se pelo menos Maduro tivesse convertido o dinheiro obtido através de seus esquemas de corrupção com o PT em benefício de seu povo, ainda seria compreensível que ativistas de esquerda brasileiros nutrissem alguma simpatia pelo ditador. Seria algo como o Robin Hood da Venezuela, que rouba dos ricos (o Brasil), para distribuir entre os pobre. Mas não foi isso que aconteceu.

Maduro já transferiu boa parte das reservas em ouro da Venezuela para suas contas pessoais em bancos suíços. A Venezuela atravessa uma das maiores crises econômicas das últimas décadas, com inflação acima de 700% ao ano, escassez de alimentos e endividamento público. Mesmo sendo um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, a Venezuela conseguiu canalizar para o fosso da corrupção a maior parte da riqueza do povo venezuelano e ainda lhe subtraiu a democracia.


A mortalidade infantil na Venezuela aumentou 30,12% no ano passado em comparação com 2015, enquanto a materna subiu 65%, segundo dados oficiais que confirmam a grave situação da saúde no país devido à crise econômica.

Em 2016, foram registradas 11.466 mortes de crianças de zero a um ano, segundo um boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. No ano anterior, foram registrados 8.812 falecimentos.

Entre as causas, o boletim cita a sepse neonatal, pneumonia, prematuridade e dificuldades respiratórias, mas não especifica a taxa de mortalidade em relação ao número de nascimentos.

Em 2016 também houve 756 mortes maternas, 65,79% a mais do que no ano anterior, acrescentou o ministério, que registrou, ainda, um aumento de 76,4% nos casos de malária, chegando a um total de 240.613.

Segundo associações médicas, a malária, que estava erradicada no país, reapareceu nos últimos três anos. O governo classifica a situação como “epidemia” em 13 dos 24 estados do país.

A saúde na Venezuela enfrenta uma crise aguda devido ao colapso econômico, e o país registra uma grande escassez de alimentos, medicamentos e outros produtos básicos.

Segundo a Federação Médica Venezuelana, os hospitais estão funcionando com apenas 3% dos medicamentos e produtos necessários.
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