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Má fé de Rodrigo Janot está clara. Qual o objetivo do procurador em tentar derrubar um governo?



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deixou clara a sua má fé ao tentar atingir o governo Temer no teor da denúncia oferecida contra Aécio Neves (PSDB-MG). Janot tenta relacionar a troca de Osmar Serraglio por Torquato Jardim no Ministério da Justiça a pressões que o senador tucano teria feito para barrar a Operação Lava Jato.

Segundo Janot, "Após a deflagração da "Operação Patmos" em 18 de maior, e a revelação do envolvimento do próprio presidente da República Michel Temer em supostos atos criminosos, a pressão do senador Aécio Neves e outros investigados intensificou-se, e Osmar Serraglio foi efetivamente substituído no Ministério da Justiça por Torquato Jardim, conforme anúncio feito na data de 28 de maio de 2017, um domingo, com nomeação efetiva no decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União de 31 de maio de 2017, mesmo documento em que consta a exoneração de Serraglio".

A má fé de Janot em tentar constranger o presidente Michel Temer neste caso específico é bastante clara, tende em vista uma série de fatos relacionados à substituição de Serraglio por Torquato.

Na quarta-feira (24) um grupo de vândalos convocados pelo PT e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que concentram movimentos controlados pela esquerda como MTST, MST, CUT, UNE e os Black blocs, promoveram violentíssimos atos de vandalismo e depredação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A situação começou a fugir de controle quando grupos com treinamento em guerrilha ameaçaram invadir o Palácio do Planalto e promover um Golpe de Estado.

O presidente Michel Temer, seus ministros e servidores do Palácio do Planalto simplesmente entraram em pânico diante da possibilidade de se tornarem alvos da fúria dos terroristas convocados pelo PT. Diante de tanto caos e selvageria, ninguém conseguiu entrar em contato com o então ministro da Justiça, Ormar Serraglio para que ele acionasse imediatamente a Força Nacional de Segurança Pública.

A imprensa sonegou esta informação, mas Rodrigo Janot tem pleno conhecimento sobre estes fatos. Por força de Lei, a Força Nacional só pode ser convocada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no caso, Osmar Serraglio, que simplesmente desapareceu naquele dia.

Diante do caos, coube ao ministro da Defesa, Raul Jungmann convocar o uso das Forças Armadas, logo após o presidente Michel Temer assinar um decreto autorizando a convocação em caráter de emergência.

Outro fato bastante conhecido por Janot é que, como punição, Temer ofereceu apenas uma opção para Serraglio, após substituí-lo no Ministério da Justiça: ocupar a pasta da Transparência, de onde tirou o renomado advogado Torquato Jardim. Serraglio, que é alvo de suspeitas de envolvimento na Operação Carne Fraca, sabia que não seria bem vindo na pasta da Transparência, onde os servidores são extremamente refratários quanto a envolvidos em esquemas de corrupção. Os servidores chegaram inclusive a promover um ato em repúdio à ida de Serraglio para o Ministério.

Janot tem conhecimento sobre todos estes fatos. Como se não bastasse, Janot também sabe que Temer, ao deixar Serraglio sem outras alternativas, estava o empurrando para reassumir se mandato de deputado federal. Jano também sabe que o suplente de Serraglio era justamente o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, que ficou conhecido como o homem da mala da JBS, principal trunfo do procurador contra Temer.

Os fatos narrados acima são do conhecimento de todos no Palácio do Planalto, de Janot e dos jornalistas que cobrem a pauta política dos maiores veículos de comunicação do país. Tanto é que Serraglio reassumiu seu cargo de deputado, Rocha Loures perdeu o foro privilegiado e foi preso.

Insinuar que a substituição de Serraglio por Torquato Jardim teria sido em virtude de um pedido de Aécio Neves, um senador afastado que caiu em desgraça na delação da JBS, é puro mau-caratismo.

Janot tenta desesperadamente jogar sombras sobre o controverso acordo de delação que fechou sozinho, sem a participação da Polícia Federal e força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, com o mega criminoso Joesley Batista. Além dos descontos bilionários no acordo de leniência do Grupo JBS, além da multa irrisória imposta a Joesley (R$ 110 milhões parcelados em dez anos), Jano concordou em perdoar crimes que demandariam penas de 2 mil anos aos 7 executivos do grupo e deu salvo conduto para que todos fossem desfrutar suas fortunas nos Estados Unidos
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