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Lula perde mais uma apelação desesperada. STF nega suspensão do processo do tríplex no Guarujá. Vem ai a 1ª sentença

 


O ex-presidente Lula está "intranquilo". Esta foi a definição sobre o estado de espírito demonstrado pelo petista nos últimos dias que antecedem o proferimento da sentença do juiz federal Sérgio Moro sobre o processo relativo ao triplex do Guarujá.

A angustia de Lula deve se estender por mais algum tempo. Pelo menos até a próxima ação na Justiça para tentar adiar ao máximo seus processos. Nesta quarta-feira, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin negou o pedido da defesa do petista para que fosse suspenso o processo que Lula figura como réu por ter recebido propina relacionada a um apartamento tríplex no Guarujá (SP).

Para o infortúnio de Lula, este é o primeiro processo que corre sob a responsabilidade do juiz federal Sergio Moro, responsável por outros dois processos contra o petista na Operação Lava Jato na 1ª instância do Judiciário. Os advogados de Lula haviam alegado que Moro não concedeu acesso a suposto acordo de delação negociado entre ex­-executivos da OAS e o Ministério Público Federal e, por isso, pedia que o processo fosse suspenso.

A defesa do petista já tentou toda sorte de artifício para garantir uma sobrevida ao petista fora das grades. desta vez, os advogados de Lula alegaram que as informações do acordo de colaboração, se conhecidas, poderiam influenciar o julgamento do processo contra Lula. Na decisão, Fachin afirma não ter identificado nenhuma ilegalidade na decisão de Moro e, por isso, nega o pedido da defesa de Lula para que o processo fosse suspenso. Fachin negou o pedido de liminar da defesa de Lula, e o recurso da defesa deverá ser analisado posteriormente pelo ministro e pela 2ª Turma do STF.

O Ministério Público Federal do Paraná denunciou Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 20 de setembro do ano passado, Moro acolheu a denúncia do MPF e Lula tornou-­se réu no processo. O julgamento já está em fase final de conclusão e o juiz Sérgio Moro deve proferir sua decisão nos próximos dias. Caso condenado, o caso segue para a 2ª instância no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), colegiado com sede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
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