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Joesley sentiu o baque das ações implacáveis de Temer e foi reclamar na Globo. Arrumou mais encrenca para sua cabeça



Ninguém ainda se deu conta de que a entrevista raivosa de Joesley Batisa para a revista Época aconteceu justamente após as duras medidas adotadas pelo governo contra seu grupo empresaria. Temer foi implacável nas retaliações contra o Grupo JBS, logo após a divulgação do controverso acordo de delação premiada que, de acordo com o Planalto, teve o propósito claro de derrubar o governo.

Joesley sentiu o baque e foi reclamar na Globo. Na entrevista publicada pela revista Época, o empresário tentou extravasar sua mágoa e acabou deixando escapar sua mágoa por ter sido alvo das duras represálias de Temer.

"O Temer é o chefe da Orcrim.  Essa turma é muito perigosa. Não pode brigar com eles", disse o empresário na entrevista, deixando claro que não conseguiu assimilar a bordoada por ter brigado "com eles".

A resposta do governo contra a manobra por trás do acordo de delação da JBS foi proporcional a tentativa de Joesley em prejudicá-lo.

O "troco" de Temer abalou Joesley, que não esperava um solavanco tão grande.

1 - Temer recomendou que a Caixa Econômica suspendesse o crédito da JBS na instituição. A partir de agora, a empresa de Joesley Batista não conseguirá mais rolar dívidas de cerca de R$ 9 bilhões com a caixa. É pouco?

2 - O governo baixou medida provisória que, entre outras decisões, aumenta de forma exponencial as multas cobras pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central (BC); no caso da CVM, o teto da multa passará de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. A CVM ampliou para 11 o número de processos contra a JBS, que devem resultar em multas pesadas, após o ataque especulativo feito pela empresa durante a crise provocada pelo vazamento criminoso de Joesley para um jornalista da Globo. Ainda tem mais:

3 - Nesta quinta-feira 8, Temer se reuniu com o presidente da Petrobras Pedro Parente, e ficou decidido o cancelamento antecipado de um contrato de fornecimento de gás natural com a empresa âmbar, do grupo J&F, para a UTE Mário Covas (UTE Cuiabá); o motivo, informou a petroleira em comunicado ao mercado, foi a violação de cláusula contratual que trata da lei anticorrupção.

Foi justamente em torno desta negociação envolvendo o fornecimento de gás que Joesley ofereceu milhões para o ex-deputado Rocha Loures, o homem que foi flagrado correndo com uma mala com R$ 500 mil.

A partir destas medidas, o governo minou completamente a credibilidade das acusações feitas por Joesley Batista e servirão como provas nas ações penais que Temer prepara contra o empresário. A retaliação do presidente foi extremamente dura para alguém que supostamente teria rabo preso.

Em nota à imprensa neste fim de semana, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) informou que Temer entrará na Justiça contra Joesley . De acordo com a Secom, serão ações na esfera cível e criminal nas quais serão exigidas reparações financeiras astronômicas. 
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