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Janot, o que deu o bilhete premiado para Joesley Batista, defende que Fachin, o que pagou o prêmio, cuide do caso no STF



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o homem que celebrou o acordo de delação premiadíssima dos criminoso confesso Joesley Batista, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo que o ministro Edson Fachin, o que homologou o acordo dos sonhos, continue como único responsável pela delações premiadas do sortudo da JBS.

Bandidos contumazes e especializados em arrancar dinheiro do contribuinte com a ajuda de corruptos como Lula e Dilma, Joesley e Wesley Batista, além do executivo Ricardo Saud e outros funcionários da JBS, tiraram a sorte grade. Após transformar um o pequeno frigorífico Friboi na gigante mundial J&F, conseguiram fecharam acordo de delação premiadíssima com o Ministério Público Federal. graças a generosidade do procurador Janot. Complementando a dobradinha, Fachin também foi rápido e homologou o acordo dos sonhos de qualquer criminoso.

Nesta terça-feira, 20, Janot pediu que o STF mantenha seu parceiro Fachin na relatoria do acordo de delação da JBS. Janot termina seu mandato na PGR em setembro e até parece preocupado que a relatoria do caso vá parar nas mãos de um ministro que não seja de sua confiança. Parece até que tem alguma coisa combinada entre eles e os bandidos da JBS que precisa ser mantido, viu?


No documento enviado ao STF, Janot justificou sua preferência por Fachin e alegou que as delações da JBS se referem a diversos procedimentos dos quais o parceiro já é relator, entre os quais a delação de Fábio Cleto, que revelou fraudes no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS).

Além disso, Janot ressaltou que Fachin também é o relator dos inquéritos que apuram a existência de supostas quadrilhas formadas na Câmara e no Senado para desviar dinheiro da Petrobras.

"Todos esses procedimentos, embora não tratem diretamente dos crimes praticados contra a Petrobras, são da relatoria do ministro Edson Fachin e, em razão disso, a ele deveria ser encaminhado, por prevenção, para o conhecimento da colaboração premiada para fins de homologação, como de fato foi feito", disse Rodrigo Janot.

"Portanto, fica evidente que boa parte dos fatos narrados nas colaborações premiadas dos executivos do Grupo J&F influem na prova de outras infrações em procedimentos apuratórios vinculados ao gabinete do ministro Luiz Edson Fachin", acrescentou Janot, deixando claro que não confia em nenhum dos ministros do STF. Vai que...

É claro que Fachin, adorador de Dilma e do MST, jamais deixaria que algo respingasse na musa do comunismo tupiniquim. Acompanhe no vídeo abaixo:

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