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Herman Benjamin se deslumbra com a fama. Ironiza Temer e salva a Focal, a gráfica fantasma do "garçom de Lula"



Apesar de sua postura pueril de paladino da Justiça, o ministro Herman Benjamin, relator da ação de cassação da chapa Dilma/Temer que corre no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem deixado a desejar no quesito imparcialidade.

Parecendo movido pela repercussões do caso nas redes sociais e na imprensa, Benjamim chegou a provocar o ministro Gilmar Mendes, chamando-o de Michel. Logo em seguida, tentou se corrigir, mas direcionando a provocação ao próprio Michel Temer: "O outro também é presidente, embora réu nesta corte", disse entre um risinho e outro. O discurso pueril sobre honestidade parece ser feito sob o pretexto de bombar nas redes sociais, tamanhas as obviedades ditas pelo ministro. Benjamin não perde uma oportunidade de se projetar em cima do colega, Gilmar Mendes, alvo da ira dos internautas.

Herman Benjamin parece ter gostado da repentina notoriedade que passou a ter com caso e se afeiçoou ao brilho dos holofotes com extrema rapidez. O ministro simplesmente monopolizou o debate durante praticamente toda a ação. Há quem considere o excesso de intervenções pouco úteis um exagero, mesmo considerando se tratar do relator do caso. chamou Gilmar Mendes de Michel. Depois se corrigiu de forma curiosa: "O outro também é presidente, embora réu nesta corte"

Mas a gota d'água veio com a decisão de Herman Benjamin de livrar a gráfica a Focal, que segundo as investigações conduzidas pela Polícia Federal, lavou cerca de R$ 24 milhões de reais nos esquemas da campanha de Dilma.  A empresa pertence a Carlos Roberto Cortegoso, que ficou conhecido como "O garçom de Lula".  O empresário é investigado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal  na Custo Brasil e é réu por suposta ocultação de propina. Cortegoso, que esteve envolvido no esquema de corrupção do mensalão com Marcos Valério, fechou sua gráfica antes da explosão do escândalo para sair do radar da Polícia Federal, O Garço de Lula também é acusado de receber propina do esquema de Paulo Bernardo no Ministério do Planejamento.

Apesar de todas as evidências, o ministro Herman Benjamin acabou chancelando a alegação da defesa de Dilma, que alegou na ação que "Todas as empresas contratadas pela chapa Dilma-Temer, atenderam aos requisitos legais de regularidade jurídica e de capacidade operacional, com a integral prestação dos serviços contratados, respeitados os critérios de preço de mercado, qualidade e quantidade do produto, e prazo de entrega".

A divergência entre a Polícia Federal, que afirmou que a Focal era na verdade gráfica de fachada que lavou cerca R$ 24 milhões em propina da campanha de Dilma, Herman Benjamin preferiu livrar a cara dos petistas e do "Garçom de Lula". Vai vendo...
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