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Entrevista de Joesley Batista a ÉPOCA é demolidora. Acabou de vez com a moral da Globo, da PGR e da própria delação



O empregado das Organizações Globo, o jornalista Diego Escosteguy‏, antecipou em sua conta no Twitter aquele que pode ser o maior tiro no pé da própria Globo e do criminoso confesso Joesley Batista. O jornalista se referiu a publicação de uma matéria na revista ÉPOCA que parece ter sido feita para arrancar boas gargalhadas dos brasileiros.

"Daqui a pouco, sobem no site os primeiros trechos da entrevista exclusiva de Joesley Batista a ÉPOCA. É demolidora" anunciou Diego Escosteguy, entusiasmado, mas não tão conectado com a percepção da sociedade sobre todo o caso.

Parece mesmo um deboche da inteligência da população. O criminoso confesso Joesley Batista concedeu justamente para um veículo da Rede Globo a sua primeira entrevista após ter sido premiado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com um dos mais generosos acordos de delação de toda a história do Ministério Público Federal.

Conforme o próprio Grupo JBS assumiu, p vazamento feito pela Globo de uma transcrição falsa de uma gravação feita por Joesley Batista  com o presidente Michel Temer permitiu que a empresa lucrasse mais de R$ 1 bilhão antes do vazamento de informações privilegiadas sobre seu próprio acordo de delação com a PGR. Ao conceder a entrevista exclusiva a um veículo da Globo, Joesley demonstra claramente que está retribuindo um favor bilionário para a emissora que apostou todas as suas fichas, e sua combalida reputação, na renúncia de Temer.

Na entrevista exclusiva a ÉPOCA, o empresário diz que o presidente Michel Temer não tinha "cerimônia" para pedir dinheiro. Mas não foi o que pareceu na gravação de quase quarenta minutos com Temer, na qual Joesley ficou cercando daqui e dali sem encontrar seque uma abertura mencionar a palavra propina, usada por ele cerca de 148 vezes durante seu depoimento a Rodrigo Janot.

A Globo, que usou uma transcrição falsa para pedir a renúncia de Temer, também não poupou na manchete absurda da reportagem: "Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil". Pode parecer estranho para muitos imaginar que Joesley Batista construiu seu império de corrupção justamente durante os dois mandatos do ex-presidente Lula, período em que a pequena Friboi, que valia R$ 1.9 bilhões, se transformou na gigante JBS e passou a valer R$ 170 bilhões no mercado.

A reportagem já começa com uma contradição gritante: "Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010", diz Joesley, que a esta altura, fim do último mandato de Lula, já havia consolidado seu império de corrupção. O mais curioso é que a entrevista da  ÉPOCA (Globo), começa justamente a partir deste ponto, ignorando os princípios básicos de uma boa história, que deve ser contada sempre do início. Se você quer ler a reportagem para ver em que ponto Joesley implica seu principal parceiro nos crimes do BNDES, notadamente o ex-presidente Lula, não perca seu tempo. Não há qualquer menção sobre o período de prosperidade do Grupo JBS durante os governos Lula, nem qualquer menção ao nome do ex-presidente petista, que é réu em cinco ações penais e alvo de outros cinco inquéritos criminais. Bem diferente de Temer em seus 40 anos de vida pública.

Apontar Temer como o chefe da organização criminosa comandada por ele próprio, o Joesley que confessou que comprou mais de 1800 políticos em todo o Brasil é no mínimo absurdo, já que até o momento, o criminoso não conseguiu entregar nenhuma prova consistente sobre tudo que disse. Nem mesmo na gravação fajuta feita com um gravadorzinho da Xuxa. Não precisa ter qualquer piedade de Temer, tamanha a apelação da Globo neste caso. A emissora é responsável pela mais acintosa tentativa de derrubar um presidente em toda a história do país, mesmo sem que nenhuma investigação tivesse sido concluída. A reportagem da revista  ÉPOCA é apenas mais uma prova do desespero da Globo em derrubar Temer antes da sociedade, do STF e do Congresso. Antes mesmo do presidente ser formalmente acusado de algum crimes.

A entrevista é tão inverossímil, que nem mesmo um petista fanático, semianalfabeto, adorador de Lula e comedor de mortadela vai ficar feliz com tanta desfaçatez. Da Globo, do Joesley e principalmente do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que se deixou influenciar por um criminoso que confessou 248 crimes sem entregar absolutamente nenhuma prova consistente. Tanto contra Temer, quanto contra Lula, seu parceiro nos crimes.

"A revista Época, publicada semanalmente no Brasil pela Editora Globo, é uma publicação de reputação ilibada. Eumano Silva, diretor da sucursal da revista em Brasília, foi acusado de associação com a organização criminosa comandada por Carlinhos Cachoeira, visando simultaneamente fragilizar adversários do bicheiro e sedimentar interesses do grupo." Julia Daher.
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