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É bom que Globo e PGR tenham provas graves contra temer para estilhaçar o País após tanta conivência com Lula e Dilma



A rede Globo usou uma transcrição falsa de uma gravação produzida e editada por um bandido profissional para pedir a renúncia do presidente Michel Temer. Faltando poucos meses para o fim de seu mandato, procurador-geral da República fechou um acordo de delação com o Grupo JBS na calada, sem a participação da Polícia Federal e da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba. Apesar da gravidade do vazamento da gravação e do caos que o editorial da Globo causou no mercado, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, demorou uma eternidade para levantar o sigilo da gravação. Isso permitiu que Joesly Batista e outros criminosos do mercado financeiro lucrassem bilhões com ataques especulativos ao mercado financeiro desencadeados na véspera do vazamento divulgado pela Globo.

Afirmar que Temer tinha o dever de denunciar o empresário é outro absurdo. O presidente é um renomado advogado, com livros lidos por mais de 400 mil pessoas que atuam na área do direito.  Sugerir que Temer deveria ter denunciado Joesley após uma conversa que ele não gravou e que não teve testemunhas é apenas mais um argumento sem fundamento jurídico.

Logo após a divulgação da gravação, constatou-se que criminoso confesso Joesley Batista gastou mais de 40 minutos tentando extrair do presidente algum diálogo comprometedor. Na gravação, fica claro que não há absolutamente nada conclusivo, exceto a clareza com que se percebe que Joesley não possuía qualquer intimidade com Temer para falar abertamente sobre esquemas criminosos, como fez durante seu depoimento na PGR em Brasília. Em linguagem chula, Joesley descreve como negociava propina com políticos e confirma que conversou com Lula e Dilma sobre cerca de R$ 360 milhões que circularam em contas que mantinha para os dois ex-presidentes petistas na Suíça.

Joesly se gabou ao procurador Rodrigo Janot sobre sua habilidade de corromper políticos e confirmou que comprou mais de 1800 deles, entre candidatos e parlamentares eleitos. Ninguém na PGR especulou se Joesley corrompeu o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, apenas com o propósito de incriminar o presidente, já que a sorrateira gravação não seria suficiente. As chances de que Joesley tenha tramado uma arapuca maliciosa contra Temer apenas para obter um generoso acordo de delação premiada são grandes. Para quem viu uma empresa de R$ 1.9 bilhão saltar para R$ 170 bilhões em valor de mercado durante a era petista, pagar R$ 10.3 bilhões em um acordo de leniência, parcelados em mais de dez anos, parece mesmo um bom negócio.

Ao que tudo indica, este é o maior trunfo alegado por Janot até o momento, além da cabeça de Michel Temer. Para o procurador, que termina seu mandato em setembro, R$ 10.3 bilhões são suficientes para pagar a vida das pessoas que morreram por falta de atendimentos médicos básicos durante os mais de dez anos de roubalheira de Joesley, Lula e Dilma. Janot, a Globo e o blogueiro Diogo Mainardi encheram a boca para afirmar que este foi o maior acordo de leniência da história, mas em nenhum momento fizeram uma reflexão sobre os 14 milhões de chefes de família que perderam seus empregos com o caos na economia causado pela corrupção dos governos do PT.

A Globo e o site O Antagonista, de propriedade dos trambiqueiros da Consultoria Empiricus, foram os veículos de comunicação que mais atuaram para tentar derrubar o governo Temer. Janot passou quatro anos à frente da Procuradoria-geral da República sem se incomodar com a roubalheira do PT, assim como a Globo passou mais de 13 anos dando suporte aos esquemas de corrupção de Lula. Tanto é verdade que o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP), confirmou em entrevista à Revista Piauí, que o presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, foi pessoalmente na sede do Instituto Lula pedir para o ex-presidente concorrer em 2014 no lugar de Dilma. Não há nada mais escroto que isso. Um beneficiário de uma concessão do Estado tentar influenciar nos destinos do país. Isso sem contar que a Globo colheu muito dinheiro durante os governos petistas, seja na forma de abatimento de dívidas, empréstimos do BNDES e as mais generosas verbas governamentais em publicidade de todos os tempos.

Diogo Mainardi, o moreninho com cara de indiano do Manhattan Connection, programa da GloboNews, é empregado da Globo e dos picaretas da Consultoria Empiricus. O blogueiro que ofendeu recentemente um antigo amigo da Veja, Reinaldo Azevedo, mora na Itália e é um dos críticos mais ácidos da cultura, da gastronomia, dos hábitos e de tudo que o Brasil representa.

A história costuma ser escrita em capítulos. O momento que o Brasil atravessa é um dos mais graves de sua história. Será bom que essa gente que tenta promover o caos no país tenha motivos bem mais contundentes para exigir a renúncia de Temer. Independente de terem ou não informações mais graves contra o presidente, o fato de terem usado uma transcrição falsa vazada por um criminoso para que todos lucrassem com especulação no mercado financeiro já é mais que suficiente para desabonar essa gente.

Ninguém no país morre de amores por Temer, que também não deve ser santo. Ocorre que se trata de um presidente meramente transitório, mas que até o momento tem cumprido sua missão de conduzir o país até as próximas eleições de forma satisfatória. Querer derrubá-lo no meio de um caminho tão curto até 2018, justamente quando a economia começa a sair de sua pior crise desde a Grande Depressão dos anos 30, não parece nada razoável.


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