\imprensa Viva
.

Dias Toffoli ameaça liberdade de imprensa no STF no momento que a corte se tornou alvo da desconfiança da sociedade



O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu início a mais uma iniciativa que pode significar a restrição da liberdade de imprensa. O ex-advogado do PT convocou audiência pública para discutir a questão do “direito ao esquecimento” na área civil.

Como se trata de uma questão bastante ampla, o propósito de ressuscitar o debate pode perfeitamente ocultar interesses obscuros, sobretudo nestes dias em que o próprio Supremo tornou-se alvo da desconfiança da sociedade.

“A questão trazida à Corte apresenta relevância jurídica e social e envolve valiosos interesses, uma vez que aborda tema relativo à harmonização de importantes princípios dotados de estatura constitucional: de um lado, a liberdade de expressão e o direito à informação; de outro, a dignidade da pessoa humana e vários de seus corolários, como a inviolabilidade da imagem, da intimidade e da vida privada”, afirma Dias Toffoli.

Advogados de organizações que reúnem veículos de comunicação e jornalistas - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) - tiveram posição contrária. Eles apontam que o direito ao esquecimento tem uma definição vaga e colocam em cheque o direito à liberdade de expressão e de imprensa, além do direito que a sociedade tem de ser informado.

A audiência pública foi marcada para 12 de junho de 2017, das 9h às 12h e das 14h às 17h, Setores da esquerda que sempre flertaram com a "democratização" dos meios de comunicação estarão presentes para defender a tese de que é preciso criar mecanismos de controle da imprensa, no sentido de impedir que meios de comunicação exponham as vidas das pessoas (os políticos corruptos) de forma vexatória.

A esquerda brasileira sempre perseguiu uma narrativa que permitisse limitar a liberdade de imprensa. No caso do projeto de “direito ao esquecimento”, Lula, Eduardo Cunha, Aécio Neves e outros bandidos poderiam processar meios de comunicação e solicitar a remoção de conteúdos alegando que as notícias sobre seus crimes ferem a "dignidade da pessoa humana".

_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget