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Contas de Lula e Dilma com propina da JBS já haviam sido denunciadas por banco suíço



Enquanto o ex-presidente Lula se vangloria de não ter seu nome vinculado a contas na Suíça gerenciadas pelo empresário Joesley Batista e pelo ex-ministro Guido Mantega, o caso avança com a perícia dos extratos e dos caminhos percorridos por cerca de U$ 150 milhões depositados pelo sócio do Grupo JBS para Lula e para a ex-presidente Dilma.

As contas suspeitas na Suíça não eram nenhuma novidade para o pessoal da Lava Jato. Antes mesmo de de Joesley Batista confirmar que as contas era mantidas para Lula e Dilma, um banco suíço já havia denunciado movimentações suspeitas para autoridades do país europeu. O volume de dinheiro e os padrões de transferências sem justificativa levantaram a suspeita de crimes financeiros, embora a instituição desconheça os beneficiários das movimentações.

As informações coletadas pelas autoridades da Suíça serão agora encaminhadas para a Procuradoria-Geral da República brasileira. Na avaliação de autoridades suíças próximas ao caso, o Ministério Público Federal terá "forte chance" de apurar mais detalhes sobre as transferências. O banco Julius Baer fechou as contas na Suíça e o dinheiro foi transferido para Nova York, onde hoje vivem Joesley e sua família.

Mesmo sem o nome dos envolvidos nos extratos, uma vez que operadores e doleiros teriam efetuado as transações, autoridades suíças dizem acreditar que as datas das transferências podem indicar se o dinheiro foi movimentado com maior intensidade nos meses que antecederam eleições no Brasil.

Joesley contou que a primeira das contas foi usada durante os anos do governo Lula e que, ao final do mandato, em 2010, teria ficado com um saldo de US$ 70 milhões. Quando começou a gestão Dilma, ele disse que fora instruído por Mantega a abrir uma nova conta. As contas deixaram de ser abastecidas, segundo Joesley, em novembro de 2014, quando ele afirmou ter comunicado a presidente cassada em reunião no Palácio do Planalto. O último saldo foi de R$ 30 milhões.

Segundo o sócio do grupo JBS, quando os depósito alcançaram os U$ 150 milhões, ele foi pessoalmente alertar os ex-presidentes Lula e Dilma, que foram informado sobre os riscos da movimentação financeira chamar atenção das autoridades. A partir deste alerta, as operações passaram a ser feitas nos Estados Unidos. 
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