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Campanha de Janot e Fachin para murchar Sérgio Moro deve chegar ao fim com Raquel Dodge, que vai para cima do PT



A sórdida campanha promovida pelo atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot em dobradinha com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o relator da Lava Jato no Supremo, para esvaziar o brilhante trabalho realizado pelo juiz federal Sérgio Moro deve chegar ao fim com a chegada de Raquel Dodge.

A escolhida pelo presidente Michel Temer foi a primeira procuradora da República a mandar prender um governador em exercício. Ainda em 2010, Raquel liderou Operação Caixa de Pandora, que culminou na prisão do então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

A nova comandante da PGR também foi a responsável pela investigação que levou para a prisão o ex-deputado Hildebrando Pascoal. O ex-Coronel da Polícia Militar do Estado do Acre ganhou o apelido de “assassino da serra elétrica” por ter conduzido a mutilação e assassinato de rivais políticos com o uso de uma motosserra.

Raquel já se comprometeu fornecer apoio irrestrito para os membros da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e deve colocar um fim na rede de blindagem contra alvos do PT mantida por Janot ao longo dos últimos quatro anos. A proteção descarada dos corruptos do PT se intensificou nos últimos meses com a chegada de Edson Fachin, o bajulador de Dilma que assumiu a relatoria da Lava Jato no Supremo, após a morte do ministro Teori Zavascki no início do ano.

Raquel assume o cargo de Procuradora-geral da República em setembro e deve dar início ao desmantelamento dos esquemas de Janot para blindar Lula, Dilma e companhia. Se contar com o apoio da opinião pública para prosseguir na luta contra a impunidade dos maiores bandidos da história do Brasil, Fachin terá que ceder e acolher as recomendações de Raquel Dodge.

Nos últimos meses, Fachin e Janot atuaram de forma sistemática para esvaziar a Lava Jato e tirar de Sérgio Moro investigações importantes. Janot melou o trabalho que a força-tarefa de Curitiba vinha realizando contra os criminosos da JBS e entrou no meio das investigações que estavam em avançado estágio para fechar logo um acordo de delação com os irmãos Batista.

Fachin retirou de Moro nada menos que cinco investigações contra alvos do PT em apenas dez dias, quatro delas contra Lula e uma contra o ex-ministro Guido Mantega. A pressa dos dois em minar a Lava Jato e esvaziar o prestígio de Sérgio Moro deve ser contida pela nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Mas apenas a partir de setembro. Até lá, não se sabe do que os dois ainda serão capazes.
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