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Após destruir Lula no caso do triplex, OAS vai mostrar o caminho do dinheiro sujo para o PT



O ex-presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, é uma das testemunhas com maior poder de fogo contra o ex-presidente Lula e seu partido, o PT. Amigo do petista de longa data, o executivo está há quase um ano tentando deslanchar seu acordo de delação premiada. Na última vez que tentou, caiu na besteira de citar o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, um ex-advogado do PT, Foi o suficiente para que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cancelasse o acordo de delação que estava praticamente concluído.

Léo Pinheiro não é mais amigo de Lula. Preso há mais de um ano em Curitiba, o executivo passou a temer por sua vida logo que se dispôs a revelar os esquemas de corrupção que manteve com Lula e o PT por mais de vinte anos. Por meio de sua defesa, Léo Pinheiro solicitou ser transferido para a carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

O homem que detonou Lula no caso do triplex e confirmou que o imóvel era parte de um repasse de propinas ao petista em contrapartida por contratos superfaturados entre a AOS e a Petrobras agora quer falar mais. Segundo a Folha, "Um grupo de acionistas e executivos da OAS que negocia um acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato pretende contar aos procuradores da força-tarefa do Ministério Público Federal que havia dois caminhos de pagamento de propina da empreiteira a políticos e agentes públicos.

Segundo os candidatos a delatar, os pagamentos de suborno eram feitos por um setor de repasse de dinheiro ilícito, conhecido como controladoria, ou então por meio de contratos superfaturados de empresas subcontratadas pela OAS.

Quando envolvia a controladoria, o esquema funciona assim, segundo a Folha apurou: um alto dirigente da empresa, geralmente o ex-presidente Léo Pinheiro, negociava a propina com um político ou agente público. Eles acordavam o valor e a maneira como seria pago, se parcelado ou de uma só vez.

A demanda, então, seguia para a controladoria. Os executivos responsáveis por esse departamento faziam o dinheiro chegar até o destinatário por meio de entrega de dinheiro vivo ou então depósitos no exterior"

Lula e o PT que se preparem. Vem ai chumbo grosso. 
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