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Advogado denuncia armação de Janot e Joesley Batista nos bastidores do acordo de delação da JBS



A Folha acaba de divulgar detalhes sobre uma intrincada trama que ocorreu paralelamente ao controverso acordo de delação premiada acertado entre o criminoso confesso Joesley Batista e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na reportagem, o ex-advogado contratado por Joesley Batista, Willer Tomaz, acusa seu contratante de tê-lo usado para incriminar o procurador Ângelo Goulart Villela, inimigo de Janot na PGR.

Segundo Willer Tomaz, preso na Operação Patmos, Joesley Batista e o diretor do grupo Francisco Assis e Silva armaram uma cilada para ele e o procurador Ângelo Goulart Villela, também preso, para agradar ao procurador-geral Rodrigo Janot, que firmou um acordo extremamente vantajoso com os irmãos Batista.

A reportagem narra uma triangulação suspeitosíssima de informações obtidas por Joesley junto a Willer Tomaz e repassadas a Rodrigo Janot, que também determinou a elaboração de operações controladas para prender o advogado e seu desafeto, o procurador Ângelo Goulart Villela.

Em carta escrita para a Folha de dentro do batalhão da Polícia Militar na penitenciária Papuda, Tomaz relata que Joesley e Assis provocaram situações como forma de criar provas de que ele e o procurador atuavam juntos, sem a anuência oficial da Procuradoria. Aparentemente, Willer Tomaz foi usado por Joesley Batista apenas com o propósito de incriminar o procurador desafeto de Janot. A questão é saber como Joesley descobriu que Willer Tomaz era próximo de Ângelo Goulart Villela.

Leia a íntegra da matéria na Folha
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