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Adorador de Dilma, Fachin tira mais uma ação de Sérgio Moro envolvendo Lula e seu filho. É a quarta em dez dias





O ministro do Supremo Tribunal Federal STF, Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), está desfazendo todas as decisões de seu antecessor, o ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo no início do ano.

Em mais uma ceifada na Lava Jato, a quarta em mendos de dez dias, Fachin resolveu retirar do juiz federal Sérgio Moro mais uma apuração relacionada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A investigação é baseada nas delações de ex-executivos da Odebrecht. O caso também envolve um dos filhos de Lula, Luís Cláudio, que teria sido auxiliado pela construtora para desenvolver um campeonato no Brasil de futebol americano.

Fachin atropelou decisões anteriores tomadas por Teori Zavascki e aceitou argumento da defesa de que o caso não tem relação com as investigações sobre os desvios na Petrobras e, por isso, enviou a apuração para a Justiça Federal de São Paulo, estado onde teriam ocorrido as conversas.

Fachin já havia tirado de Moro e enviado para outras varas federais, em Brasília e em São Paulo, outras três apurações sobre Lula baseadas na delação da Odebrecht.

As investigações tratam da influência do ex-presidente Lula no BNDES para: liberação de recursos para projetos da Odebrecht em Angola; interferência para acelerar pagamentos à empreiteira nas obras das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia; e mesada a um irmão de Lula, Frei Chico, por suposta consultoria em assuntos sindicais para a construtora.

Fachin é um ardoroso adorador da ex-presidente Dolma Rousseff e chegou ao STF com a ajuda do Grupo JBS-Friboi.

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