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A casa caiu para Janot. MPF e OAB investigam esquema do procurador e de Marcelo Miller com Joesley Batista e JBS



O tempo fechou para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, após ser apontado como beneficiário de um esquema milionário envolvendo o controverso acordo de delação premiadíssima que fechou com o criminoso confesso Joesley Batista.

O ex-braço direito de Janot na PGR foi apontado por ter recebido alguns milhões para ajudar a JBS a amarrar o acordo celebrado entre Janot e os irmãos Batista. O Ministério Público Federal abriu procedimento para avaliar uma investigação sobre a atuação do ex-procurador da República, Marcelo Paranhos de Oliveira Miller, braço direito de Janot, na defesa do Grupo J&F do empresário Joesley Batista.

Marcelo Miller deixou a Procuradoria em março, sem cumprir quarentena obrigatória e foi trabalhar no escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe, que cuidou dos interesses dos irmãos Batista durante parte das negociações que levaram ao fechamento de acordo de leniência. O ex-braço direito de Janot embolsou alguns milhões na jogada e há agora a suspeita de que ele teria compromisso de dividir os lucros com o o próprio Janot

O procedimento Preparatório foi aberto a partir de representação enviada à unidade. O instrumento antecede a abertura de inquérito civil e tem o objetivo de reunir informações que podem justificar a continuidade ou o arquivamento da investigação. Foram solicitadas informações acerca do ingresso de Marcelo Miller no escritório de advocacia, além de pedidos de esclarecimentos à seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro, onde um procedimento interno apura o caso.

Segundo a Folha, "A seção da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro vai abrir inquérito para investigar a conduta do ex-procurador Marcelo Miller, que integrava a força-tarefa da Lava Jato e deixou a PGR para atuar em um escritório de advogacia contratado pelo grupo da JBS."
Michel Temer fez críticas a Miller em pronunciamento nesta tarde. O presidente disse que ele "recebeu milhões" para trocar a carreira de procurador pela advocacia.

Miller apresentou esclarecimentos à OAB na sexta-feira, mas "o Tribunal de Ética e Disciplina da entidade considerou as explicações insuficientes e decidiu abrir um inquérito. O caso, agora, tramita em segredo de Justiça."
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