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Temer inspirou ódio em muita gente. Demitiu 100 mil petistas, cortou mamata de artistas e verbas para jornalistas



O presidente Michel Temer mexeu com interesses poderosos e deixou muita gente bastante irritada logo que assumiu a Presidência da República na tarde de quarta-feira, 31 de agosto de 2016, em cerimônia no Congresso Nacional. Na ocasião, Temer se comprometeu a "colocar o Brasil nos trilhos".

De fato, o país enfrentava a pior crise econômica e política dos últimos 100 anos. Temer precisou cortar gastos desnecessários para minimizar os impactos no rombo no caixa da União provocado pela gestão temerária da ex-presidente Dilma Rousseff.

As primeiras medidas à frente do governo, ainda na interinidade, feriram muita gente de morte. Temer demitiu milhares de petistas pendurados na administração pública, cortou verbas federais para blogs e jornalistas de aluguel e irritou profundamente um enorme grupo de artistas que havia se tornado dependente do dinheiro do contribuinte para viver.

Mas até então, o presidente havia conseguido ignorar os ataques deste grupo de descontentes e governar o país conforme havia prometido. E não é que conseguiu? Para o desespero de muita gente, por sinal. Com uma política firme, o governo conseguiu conter a quebradeira de empresas e o número cada vez mais assustador de demissões que era registrado nos últimos meses do governo Dilma. A queda da inflação, dos juros e do dólar ajudaram na recuperação da economia e melhoraram significativamente a vida dos mais pobres, as maiores vítimas da inflação.

Contrariando o argumento de seus detratores, Temer não interferiu na Lava Jato durante seu primeiro ano de governo, voltou a criar empregos, em abril u foram abertas 58 mil vagas com carteira assinada, e conseguiu atrair investimentos para o país.

Estava tudo indo muito bem até que o governo resolveu atacar uma das maiores fontes de angústia dos trabalhadores: colocar um fim no famigerado imposto sindical obrigatório. Esta medida desagradou não apenas os pelegos ativistas de esquerda que vivem do dinheiro fácil do trabalhador, mas gente muito poderosa. Afinal, serão quase R$ 4 bilhões que deixarão de ser transferidos do bolso do trabalhador para um grupo de pessoas que se tornaram milionários e poderosos politicamente sem precisar bater um prego na manteiga.

Mas a gota d'água foi mesmo a mudança na gestão do BNDES. Além de uma série de empresas incompetentes que dependiam do dinheiro dos cofres públicos barato e do rolamento indefinido de dívidas bilionárias, o fechamento da torneira do dinheiro do contribuinte colocou muitas empresas em dificuldade. Acostumadas a trocar facilidade por apoio político, pressentiram que os próximos anos não seriam iguais, caso Temer avançasse em suas reformas. Dentre estas empresas, está a Rede Globo.

A saída da presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, que entregou o cargo no dia 26, dois dias após o ataque maciço da Globo contra Temer, ainda não foi totalmente esclarecida. O fato é que ela havia colocado fim na política das administrações petistas de usar o banco público para agradar setores estratégicos para a manutenção de um plano de poder ambicioso, como a JBS-Friboi, Oi e Rede Globo. Não é mera coincidência que estas e outras empresas eleitas como "Campeãs Nacionais" pelo PT caíram e dificuldade após a posse de Temer e a mudança na política do BNDES.


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