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Tática da esquerda de tentar tirar foco das contas de Lula e Dilma na Suíça fracassa em Copacabana



O barulho organizado por artistas, partidos de esquerda (PSOL, PCdoB e PT), movimentos de esquerda e sindicatos, o “Lula Já” em Copacabana tem um propósito oculto mais que evidente: tirar o foco das denúncias recentes feitas pelo empresário Joesley Batista sobre as contas que ele mantinha para Lula e Dilma na Suíça.

O motivo de tanto estardalhaço é bastante claro: a delação do empresário que se tronou bilionário através da corrupção dos governos do PT obriga o Tribunal Superior Eleitoral a cassar o registro do partido. Pela lei eleitoral, é proibido que legendas partidárias movimentem dinheiro no exterior. A mesma lei prevê a cassação do registro partidário em casos de financiamentos com recursos provenientes de outros países.

O ato organizado pela Frente Brasil Popular de Guilherme Boulos, os mesmos que promoveram os atos de vandalismo na Esplanada dos Ministérios na semana passada, foi um completo fracasso de público. Estimativas apontam que não havia nem 10 mil pessoas no local – vídeos isentos do evento mostram que o ato em defesa de um golpe inconstitucional para haver eleições antecipadas fracassou. A sociedade não caiu no canto da sereia dos bandidos da esquerda, que além de tentarem lançar fumaça sobre a delação que deve custar o registro do PT, apostam numa saída inconstitucional para salvar a pele do ex-presidente Lula.

Em vídeo divulgado pela Caneta Desesquerdizadora no Facebook, filmado de um ângulo aberto – ao contrário dos ângulos fechados divulgados pelos organizadores – é possível verificar que o ato sequer ocupou todo o quarteirão do Posto 3 de Copacabana, mesmo contando com a presença de BNegão, Caetano Velozo, Cordão da Bola Preta, Criolo, Digital Dubs, Elisa Lucinda, Mano Brown, Maria Gadu, Mart’nalia, Milton Nascimento, Otto, Petro Luís, Pretinho da Serrinha, Rappin’ Hood, Teresa Cristina e Wagner Moura, além de diversos atores da Globo órfãos da Lei Rouanet.

A tragédia contou ainda com a presença dos políticos da famigerada esquerda brasileira, como Alessandro Molon (Rede-RJ), Lindbergh Farias (PT-RJ), Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Randolfe Rodrigues (Rede-AM) e Wadih Damous (PT-RJ).


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