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Segundo Odebrecht, Lula exerceu pressão para obras no valor de R$ 120 bilhões. Nenhuma era hospital, escola ou universidade



De acordo com as informações prestadas pelos executivos da Odebrecht, o ex-presidente Lula exerceu forte pressão sobre o governo para contemplar obras de seu interesse para a empreiteira apenas para alimentar o gigantesco esquema de corrupção a favor dele e do PT. Sem a ganância de Lula e da Odebrecht, não teriam nem saído do papel obras e empreendimentos que, somados, chegam a um valor total de R$ 120 bilhões.

Nenhuma das obras indicadas por Lula era para uma escola, hospital ou universidade. De acordo com a delação de ex-executivos da empreiteira na Operação Lava-Jato, a empresa de sondas Sete Brasil, a usina de Belo Monte, a Arena Itaquera e o Porto de Mariel, em Cuba, nasceram como fruto da corrupção, destaca o jornal O Globo.

O executivo Marcelo Odebrecht confirmou que se opôs a realização de tantas obras gigantescas em tão pouco tempo e tentou frear o ímpeto de Lula, mas de acordo com o príncipe dos empreiteiros, o ex-presidente estava obstinado e precisava das comissões geradas pelas obras bilionárias. Segundo o executivo, não adiantava tentar convencer Lula do contrário, pois ele sempre procurava seu pai, Emílio Odebrecht, que acabava atendendo aos caprichos do amigo petista.

O empreiteiro Emílio Odebrecht afirmou não ter dúvidas de que Lula pressionou para que o BNDES aprovasse o financiamento de obras, como a do Porto de Mariel em Cuba. Em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), ele contou como a empresa foi envolvida no negócio e também como ele mesmo inseriu o governo brasileiro nisso.

Os procuradores questionaram se o ex-presidente Lula teve ingerência no BNDES para a liberação do empréstimo. Ele respondeu:

— Eu não tenho dúvida nenhuma. Eu diria que o BNDES jamais, nem nós próprios, levaríamos um assunto de financiamento do BNDES para Cuba. Não estava dentro dos nossos planos e nem dentro das diretrizes do BNDES, garantiu Emílio Odebrecht, confirmando o relato de seu filho Marcelo.

Neste mesmo período que Lula torrou R$ 120 bilhões do dinheiro do contribuinte em troca de propinas para ele e seu partido, cerca de 340 hospitais filantrópicos e 229 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) foram fechadas por falta de recursos que totalizavam cerca de R 870 milhões.


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