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Rodrigo Janot também já foi fazer fofoca para Temer no Palácio do Jaburu em visita fora da agenda oficial



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot justificou o pedido de abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer alegando que um ocupante de um cargo desta importância não pode manter encontros não registradas em agenda pública.

Janot se referia ao fato de Temer ter recebido o empresário Joesley Batista, após muita insistência do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, amigo e ex-empregado de Joesley. "Até onde o país estaria disposto a ceder para investigar a razão pela qual o presidente da República recebe, às onze da noite, fora da agenda oficial, em sua residência?", questionou Janot em entrevista recente.

Temer confirmou que costuma receber empresários, políticos e representantes de outros setores da sociedade até tarde da noite em sua residência em Brasília e em São Paulo. O presidente afirmou que recebe pessoas, independente de constar em sua agenda oficial ou não e disse que não há como barrar um visitante que queira lhe falar de última hora coisas que podem ser importantes.

A coluna Painel da Folha informou que Diário extraoficial O Palácio do Planalto encaminhou à Procuradoria-Geral da República documento no qual afirma que Michel Temer e Rodrigo Janot tiveram seis reuniões entre 2015 e maio de 2017. Auxiliares do presidente listaram, além das audiências registradas em agenda pública, um encontro não oficializado, em março de 2015, que teria ocorrido no Palácio do Jaburu, residência oficial do peemedebista, quando ele ainda era vice de Dilma Rousseff. Os dados teriam sido enviados a pedido da PGR.

Polêmica Na ocasião, Janot teria avisado a Temer sobre pedido de inquérito contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), então presidentes da Câmara e do Senado. Embaraçado, Janto informou através da assessoria que não conseguiria “confirmar a agenda do PGR neste ano [2015] a tempo do fechamento da coluna”.

Como não pediu a prisão de Lula e Dilma após quatro anos à frente da PGR, Janot quer derrubar Temer antes do fim de seu mandato em setembro. Temer não concordou com a ideia de conceder-lhe um terceiro mandato, conforme sinalizou o procurador em janeiro. O empresário Joesley Batista falou em alto e claro para Rodrigo Janot que manteve contas para Lula e Dilma na Suíça e que chegou a depositar R$ 360 milhões nas contas dois dois ex-presidentes petistas. O Brasil inteiro viu o vídeo com este trecho do depoimento prestado pelo criminoso confesso na PGR.
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