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Onde foi parar o talento do “Ronaldinho” de Lula? Fábio Luís lavou mais de R$ 100 milhões em esquema de corrupção



No auge de seu governo, e dos esquemas de corrupção do PT em 2007, o ex-presidente Lula chegou a se referir a um de seus filhos, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como o mais novo fenômeno do mundo empresarial. O presidente chamou o filho de "O novo Ronaldinho" dos negócios, para explicar o êxito do rapaz em negócios mal explicados.

Dez anos depois, o talento de Lulinha simplesmente deixou de existir e o rapaz acabou implicado em dois processos por seu envolvimento em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal comprovou que o ex-servente de zoológico nunca teve talento para nada, exceto atuar como laranja do pai, que também deve se tornar réu na sexta ação penal nos próximos dias. Pai e filho estão juntos em dois processos distintos da Lava Jato. Lula também é parceiro de seu filho caçula, Luis Claudio Lula da Silva, em outra ação penal no âmbito da Operação Zelotes, da Polícia Federal.

Segundo investigação conduzida pela PF, a empresa do Ronaldinho de Lula, a Gamecorp, embolsou nada menos que R$ 103 milhões da cervejaria Petrópolis e da empresa de telefonia Oi. As duas empresas foram beneficiadas com generosos recursos do BNDES durante os governos de Lula durante o período em que ocorreram parte dos repasses milionários.

Os principais financiadores da empresa Gamecorp injetaram na firma ao menos R$ 103 milhões, de acordo com laudo elaborado na Operação Lava Jato. A cervejaria Petrópolis e empresas ligadas à Oi são os principais remetentes desses recursos. A PF também identificou que a Cervejaria Petrópolis servia de "laranja" da Odebrecht, que usava a cervejaria para repassar recursos para o ex-presidente Lula, via Lulinha.

De acordo com os investigadores, O esquema de repasses foi concebido para beneficiar o ex-presidente Lula e parte do dinheiro teria sido usada para a aquisição do sítio em Atibaia, atribuída ao petista. A empresa que recebeu os repasses, via Instituto Lula, está em nome de Fábio Luís Lula da Silva e dos sócios Kalil Bittar, Fernando Bittar, donos no papel do sítio.

O laudo sobre a movimentação financeira da empresa de Lulinha foi elaborado pela Polícia Federal  está anexado a um dos inquéritos sobre o ex-presidente na Lava Jato. O Ronaldinho de Lula não tem nem dinheiro para comprar a própria casa, mas mora num apartamento, numa área nobre em São Paulo, avaliado em R$ 6 milhões, registrado em nome de seu outros sócio, Jonas Suassuna.
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