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Moro insinua necessidade da prisão de Lula e fim do PT. Não se muda um país "sem turbulência”



O juiz Sergio Moro manou um recado bastante claro ao povo brasileiro no prefácio que escreveu para o livro recém-lançado “Infraestrutura: eficiência e ética”, organizado pelo economista Affonso Celso Pastore:

“O Brasil encontra-se em uma encruzilhada. É possível avançar na implementação do Estado de Direito e no fortalecimento da democracia, o que exige o enfrentamento da corrupção sistêmica. Ou é possível retroceder ao status quo anterior, de desenfreada corrupção sem responsabilização. A passagem entre um modelo de privilégio para um modelo de responsabilidade não se faz sem turbulência”, diz Moro.

A observação do magistrado é bastante clara quando menciona "o fortalecimento da democracia", "o enfrentamento da corrupção sistêmica" e o "status quo anterior" anterior à Lava Jato, quando reinava de forma "desenfreada corrupção sem responsabilização". Ao afirmar que não se faz uma transição no país "sem turbulência”, o magistrado aponta para a necessidade de tomar medidas enérgicas contra todos aqueles que roubaram o país ao longo da última década e meia.

Os maiores responsáveis pela corrupção endêmica que assolou o Brasil entre 2003 e 2014, foram justamente o ex-presidente Lula e o PT. Como detentores do poder absoluto do Estado e controle total da máquina pública, não seria possível que qualquer outro político ou partido roubasse sem a conivência de Lula e do PT, que fizeram dos esquemas de corrupção moeda de troca para a base de sustentação dos governos petistas de Lula e Dilma. Muitos roubaram, mas Lula foi o comandanta da organização criminosa que liderou todos os esquemas de corrupção revelados pelas investigações da Operação Lava Jato. Isto é um fato.

“É uma ilusão acreditar que a corrupção sistêmica pode ser enfrentada unicamente pelo enfoque da Justiça criminal. Crimes complexos como os de corrupção são difíceis de serem identificados. Mesmo identificados são difíceis de serem provados. Mesmo quando provados nem sempre o sistema de Justiça é forte o suficiente para garantir a punição de culpados poderosos”, escreveu Moro, acrescentando:

“Certamente, isso não significa que a ação vigorosa da Justiça criminal é prescindível. Observado o devido processo legal, ela é condição necessária para superar a impunidade que atua como fator de estímulo à criminalidade dos poderosos”, observou o juiz responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

Leia a entrevista completa em O GLOBO
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