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Lula semeou desgraça da corrupção e autoritarismo na Venezuela. Não fez o mesmo no Brasil por medo do exército



O ex-presidente Lula não tem o menor apreço pela democracia. O petista já revelou aspectos de sua personalidade dominadora em várias oportunidades. Lula possui uma veia autoritária e já falou em extirpar partidos políticos oponentes ao PT, como o DEM, já falou centenas de vezes em controle da imprensa e até em fechar empresas de comunicação. Há poucos dias, o petista prometeu que, aso fosse eleito, iria prender juízes, procuradores e jornalistas que divulgaram informações sobre seus crimes.

Outra prova que o ex-presidente Lula não nutre qualquer respeito pela democracia está no fato de se aliar a ditadores corruptos e autoritários, como os irmãos Castro de Cuba, Chavez e Maduro na Venezuela, José Eduardo dos Santos da Angola e outros ditadores, como Muamar Kadafi, da Líbia. Lula não tem cultura democrática.

A democracia também pressupõe paridade de armas no que diz respeito à própria disputa pelo poder, mas o PT de Lula incorporou a cultura da corrupção para financiar um dos mais ambiciosos planos de poder já concebidos no país. Seu partido deu início a esquemas criminosos de desvio de dinheiro público em várias prefeituras, como a de Santo André, em São Paulo. A campanha da ex-presidente Dilma Rousseff de 2014 custou mais do que a campanha de todos os seus adversários junto. Graças aos esquemas de corrupção do PT, Dilma torrou mais de R$ 600 milhões (80% era propina), enquanto os gastos todos os demais candidatos somados não alcançou a cifra de R$ 300 milhões. Lula e Dilma estupraram a democracia e elegeram com dinheiro roubado do povo.

Ao chegar ao governo em 2003, Lula implantou uma verdadeira organização criminosa no coração do Brasil e ousou expandir sua esfera de influência pelo continente através dos esquemas criminosos que havia implantado no país. Junto com empreiteiros corruptos e gananciosos como Emílio Odebrecht e Léo Pinheiro, Lula ajudou a financiar outros corruptos na América do Sul.

O povo da Venezuela sofre hoje as consequências da interferência nefasta de Lula na política do país. O petista enviou não apenas o dinheiro do BNDES e os corruptos da Odebrecht e OAS para ajudar a financiar as campanhas de Chavez e Maduro, como também enviou seu marqueteiro João Santana.

O agravamento da crise Venezuelana nos últimos dias serve de espelho para o Brasil. O presidente Nicolás Maduro assinou decreto, em 1º de maio, determinando a realização de uma Assembleia Constituinte para mudar a Constituição em vigor desde 1999. O amigo de Lula quer "se perpetuar no cargo" e "cancelar toda possibilidade de convocar eleições".

Assim como Lula, Maduro se autoproclama porta voz dos trabalhadores para aplicar um golpe contra a democracia. Lula chegou a cogitar mudar a constituição do Brasil para conseguir um terceiro mandato. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que permitia que o petista disputasse sua segunda reeleição foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Comissão e Justiça (CCJ). " Na época, o então Secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo (SP) afirmou que a PEC, de autoria do deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), não feria nenhum princípio constitucional.

Lula e o PT só recuraram após serem informados que os militares não viam a proposta com bons olhos. Lula nunca conseguiu expandir sua influência nos meios militares e seus planos de se perpetuar no poder sempre foram monitorados pelas foças armadas. Se Lula tivesse conseguido corromper os militares brasileiros, teria transformado o Brasil em uma Venezuela. 
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