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Lula não é um líder político. É só uma fraude criada com dinheiro roubado do povo que ainda não foi preso



A trajetória política do ex-presidente Lula prescreve seus últimos desfechos de maneira trágica. Na avaliação de historiadores, Lula jogou sua biografia no lixo em troca de um  ambicioso plano de poder baseado na corrupção.  Segundo o pensador Carlos Alberto Di Franco, advogado e consultor do jornal O Estado de São Paulo "O marketing político, azeitado com dinheiro roubado do povo, produziu uma fraude gigantesca: Lula da Silva. Não se trata de uma frase de efeito ou de uma reação emocional. É a conclusão inescapável da farta documentação produzida pela Operação Lava Jato".

Di Franco esclarece em um editorial publicado no Estadão que "Lula poderia ter sido uma bela história. Não foi. Definitivamente. Como lembrou editorial do jornal O Estado de S.Paulo, Lula entra nessa história sórdida “na condição de poderoso e não de fraco e oprimido perseguido pelos malvados inimigos do povo".

Acompanhe abaixo a matéria completa:

"Lula está com a polícia em seus calcanhares não porque é um nordestino que nasceu na pobreza e subiu na vida. Lula está nessa triste situação porque deixou que o poder lhe subisse à cabeça, deslumbrou-se com a veneração da massa, com o protagonismo político e com a vassalagem interessada de políticos medíocres, intelectuais ingênuos ou vaidosos e, principalmente, com a bajulação de homens de negócio gananciosos”.

Seu depoimento ao juiz Sérgio Moro foi a pá de cal na sua biografia. Acusado de ser o dono oculto do tríplex no Guarujá, um presente da OAS pelos serviços prestados à empreiteira, Lula teve a oportunidade de defender-se. Não conseguiu convencer nem mesmo uma inocente freira de clausura.

Ao tentar afastar-se de qualquer responsabilidade, apontou firme o dedo para sua mulher. Segundo Lula, Marisa foi quem se interessou pelo tríplex, e não ele. E interessou-se para fazer um investimento. Ele nada sabia. Pobre dona Marisa. É de lascar, amigo leitor.

Mas a ignorância inocente de Lula é ampla, geral e irrestrita. Questionado pelo juiz Sérgio Moro se em algum momento, como líder inconteste do PT, pediu ao partido que investigasse o envolvimento de companheiros no esquema de corrupção detalhado posteriormente pela delação de executivos das empreiteiras e da Petrobrás, Lula disse que em 2014, quando vieram à tona as denúncias da Lava Jato, ele era apenas um ex-presidente comparável a um “vaso chinês”.

Moro insistiu em que, mesmo na condição de ex-presidente, o depoente tinha evidente influência no partido, ao que Lula respondeu candidamente: “Eu não tenho nenhuma influência no PT”.

A propósito das declarações do ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, indicado pelo PT, segundo as quais Lula mandou que ele destruísse provas da existência de contas secretas no exterior abastecidas com dinheiro do petrolão, o ex-presidente acabou confirmando o encontro. Mas, é claro, apresentou outra versão para os fatos. Disse que o ex-diretor da Petrobrás negou ter conta lá fora, e assim encerrou o assunto.

Se a intenção de Lula era apenas perguntar se Duque tinha conta no exterior, por que marcar um encontro top secret num hangar do aeroporto de Congonhas? No contexto, a suposta ordem de Lula para que Duque destruísse provas faz todo sentido.

Lula está aprisionado no labirinto das suas mentiras e do seu cinismo."

Leia o artigo original do Estadão
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