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Lula frito. Petista será condenado em tempo recorde e pode ter prisão decretada logo logo. Moro e Gebran não perdoam



Enquanto o ex-presidente Lula e o PT apontam toda a sua artilharia contra o juiz Sérgio Moro, a batata do petista vai assando em outros tribunais. Uma dobradinha da justiça pode selar o destino do Lula mais rápido do que muitos imaginam.  Caso o ex-presidente seja condenado na primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, seus processos da Lava-Jato em Curitiba devem seguir imediatamente para a segunda instância.

E é justamente lá que a coisa se complica. O caso do petista vai parar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, que tem como titular o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF4.

Prevendo que vai ter problemas sérios também na segunda instância, a defesa de Lula chegou a protocolar um pedido de suspeição do desembargador João Pedro Gebran Neto, que tem julgado, em segunda instância, os recursos apresentados contra decisões do juiz Sergio Moro, condutor da Lava Jato. Na ação, os advogados alegaram que Gebran Neto se negou a esclarecer se mantém ou não relações de amizade íntima, ou até mesmo de apadrinhamento, com Moro; a defesa também pediu a redistribuição do pedido de suspeição do Moro, alegando que o magistrado teria estado presente em um evento no qual João Doria também estava presente. Doria se encontrou com Moro em um almoço-debate promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, em São Paulo em março de 2016.

Como era de se esperar, o desembargador João Pedro Gebran Neto ignorou o pedido da defesa de Lula e deixou de julgar sua própria suspeição para analisar questões envolvendo o juiz federal de 1ª instância Sérgio Moro. A sequência dos julgamentos de Lula está mantida. Primeiro, o petista terá que se haver com o juiz Sérgio Moro da 13ª Vara Federal de Curitiba, que vai passar a bola para o desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF4 do Paraná.

Lula tem só pedreira pela frente. Há poucos dias, Gebran Neto se disse chocado com a bandidagem revelada pela Operação Lava Jato. O desembargador destacou a surpresa do próprio Judiciário com as proporções -e a quantidade de esquemas de corrupção investigados- na operação.

"Vou usar uma frase que já foi atribuída a vários ministros: puxou-se uma pena e veio uma galinha. Aliás, eu já diria que veio o galinheiro inteiro", avaliou.

A declaração foi feita em Lisboa, onde Gebran participou do 5º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, organizado pelo IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), que tem Gilmar Mendes, coordenador do evento, como um dos sócios.

Gebran exaltou também a legislação das delações premiadas, de 2013, como uma importante ferramenta nas investigações.

Segundo o magistrado, o Judiciário, inclusive as cortes superiores, estão cada vez mais adaptados à nova realidade das investigações, com muito material de inteligência e gravações.

Gebran destacou ainda o apoio da popular à Lava Jato.

Segundo o desembargador, os brasileiros mudaram a maneira de ver a corrupção: a sociedade "tem suportado muito pouco esses escândalos" e tem cobrado providências, finalizou o desembargador que vai julgar Lula na segunda instância. Caso o petista seja condenado, adeus eleições em 2018 e oi prisão em 2017. Lula será interrogado pelo juiz Sérgio Moro no dia 10 deste mês na ação penal que investiga seus eventuais crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa no caso do triplex do Guarujá.

Seu ex-amigo Léo Pinheiro, que também é réu na mesma ação, já confessou ao juiz Sérgio Moro que o triplex, as reformas e até mesmo o transporte dos objetos trazidos por Lula de Brasília em janeiro de 2011 foram formas dissimuladas de repassar propina ao petista em contrapartida por contratos superfaturados da OAS com a Petrobras. 
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