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Lula, Aécio e José Serra podem ser impedidos de disputar eleições em 2018. STF avalia se réu pode ser candidato à Presidência



Enquanto o ex-presidente Lula insiste em afirmar que concorrerá as eleições presidenciais em 2018 e Aécio Neves e José Serro se consolam por terem caído nas delações da Odebrecht, o Supremo Tribunal Federal se prepara para decidir se STF se um réu pode ser candidato à Presidência.

Embora não exista ainda um consenso entre ministros sobre proibição de candidatura de réus nas próximas eleições, alguns ministros começam a enxergar uma luz no fim do túnel para o impasse. O Globo conversou com um deles e o ministro alegou que "entende que, com base no julgamento do STF que proibiu réus na linha sucessória da Presidência da República, também é vedado a réus serem candidatos a presidente, uma vez que estariam impedidos de assumir o cargo. Para ele, não importa se a denúncia foi recebida pelo próprio STF ou em outra instância. Lula é réu em cinco processos diferentes na Justiça Federal do Paraná e do Distrito Federal. Caso esse entendimento prevaleça, outros potenciais presidenciáveis podem ser prejudicados. Os tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), por exemplo, não são réus, mas já são investigados em inquéritos da Lava-Jato".

Caso os dois políticos do PSDB se tornem réus até agosto de 2018, cairiam na mesma situação de Lula, que já é réu em cinco ações penais. Neste cenário, se o STF decidir que réus não podem concorrer para o cargo de presidente da República, Lula ficaria sem o argumento de que seu impedimento seria uma forma de perseguição política.

Segundo artigo publicado no GLOBO, "presidente da República não pode virar réu. Caso vire, é afastado de suas funções. É o que diz a Constituição. Um réu não pode nem sequer ficar na linha sucessória da Presidência, como decidiu o Supremo Tribunal Federal. Mas e o contrário? Réu pode ser candidato a presidente da República?"

Enquanto os ministro do STF discutem se um réu pode se candidatar à Presidência da República, a parte séria e honesta da sociedade acompanha abismada o absurdo do debate. Só mesmo num país como o Brasil, onde a Corte Suprema manda soltar bandidos contumazes como Eike Batista, ainda se perde tempo, e dinheiro do contribuinte, debatendo um assunto tão óbvio sob o ponto de vista da moralidade pública: não! Um candidato réu não poderia de jeito nenhum pleitear ocupar o posto máximo da nação. Deveria sim, democraticamente, aguardar o final de seus processos. Caso seja inocentado, que concorra em outras eleições. Isto deveria valer imediatamente para Lula, Aécio, José Serra ou qualquer outro que se tornar réu antes do registro de suas candidaturas. 
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