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Jurista afirma que a Lava Jato tem que investigar possíveis crimes de ministros do STF e outras instâncias



A opinião da jurista Eliana Calmon sobre a necessidade da Lava Jato chegar no Supremo Tribunal Federal, STF, para investigar possíveis crimes cometidos por ministros da corte nunca foi tão pontual. Há poucos dias, a primeira mulher a ocupar o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça afirmou em entrevista ao El País que o escândalo de corrupção da Petrobras, que mobiliza juízes de diversas instâncias com processos da Operação Lava Jato, afirmou que é preciso apurar a responsabilidade do Judiciário no caso.

Em apenas uma semana, os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski soltaram quatro criminosos presos após caírem nas investigações da Operação Lava Jato e seus desdobramentos. Os ministros do STF são suspeitos por ligações com empresas e criminosos que mandaram soltar, como é o caso de Dias Toffolo, ex-advogado do PT que votou para soltar o ex-ministro petista José Dirceu.

Calmon afirmou na entrevista que "A Lava Jato foi um divisor de águas para o país. A partir dela vieram à tona as entranhas do poder brasileiro, e sua relação com a corrupção em todos os níveis de Governo. Mas para que tudo isso fique muito claro, seja passado a limpo de fato, precisa se estender para todos os poderes. Muitos fatos envolvendo o Executivo e o Legislativo vieram à tona, mas o Judiciário ficou na sombra, é o único poder que se safou até agora", observou a jurista, numa referência aos ministros do STJ e STF. Eliana Calmon parece saber muito bem sobre o que fala.
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